Encontramos 6 fornecedores de Defesa Jurídica em Processos Constitucionais

Roque Khouri e Advogados Associados

Fornece: Direito Civil, Direito Comercial, Direito Empresarial, Escritório de Advocacia e mais outras 74 categorias

Brasília - DF
11-50 funcionários
Kaio Cesar Pedroso Advocacia

Fornece: Escritório de Advocacia, Direito Administrativo, Direito de Família, Homologação de Sentenças Estrangeiras e mais outras 264 categorias

Limeira - SP
Desde 2010
1-10 funcionários
Matheus Lage - Sociedade de Advocacia

Fornece: Assessoria e Consultoria Jurídica, Assessoria Jurídica em Franquias, Assessoria Jurídica em Imigração, Direito Administrativo e mais outras 234 categorias

Belo Horizonte - MG
Sbdp Sociedade Brasileira de Direito Publico

Fornece: Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Empresarial, Direito Constitucional e mais outras 20 categorias

São Paulo - SP
Alan Garbes Advogados

Fornece: Acompanhamento de Procedimento Licitatório, Assessoria e Consultoria Jurídica, Assessoria em Processos de Fusões e Aquisições, Assessoria Jurídica em Franquias e mais outras 354 categorias

São José do Rio Preto - SP
Desde 2017
11-50 funcionários
Candido Faria, Brunini & Pulino - Sociedade de Advogados

Fornece: Assessoria e Consultoria Contábil, Assessoria Jurídica em Imigração, Acompanhamento de Procedimento Licitatório, Assessoria e Consultoria Jurídica e mais outras 281 categorias

São Paulo - SP

Perguntas Frequentes

O que é defesa jurídica em processos constitucionais?

Defesa jurídica em processos constitucionais refere-se à atuação profissional especializada para proteger direitos e interesses de empresas ou pessoas em ações judiciais que envolvem questões relativas à Constituição Federal. Esse tipo de defesa é fundamental em disputas judiciais sobre direitos fundamentais, controle de constitucionalidade de leis, mandados de segurança, ações diretas ou outras demandas que tramitam perante tribunais superiores, garantindo que as normas constitucionais sejam devidamente aplicadas.

Quais profissionais são habilitados para atuar em defesa jurídica em processos constitucionais?

Somente advogados regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) podem atuar na defesa jurídica em processos constitucionais. Para esses casos, é recomendável buscar especialistas em direito constitucional, que possuem conhecimento técnico sobre normas, jurisprudência e estratégias de atuação nos tribunais superiores, como Supremo Tribunal Federal (STF) e Tribunais de Justiça. Empresas e organizações costumam contratar escritórios com experiência comprovada nesse ramo.

Quais tipos de ações se enquadram em processos constitucionais?

Processos constitucionais abrangem ações como Mandado de Segurança, Habeas Corpus, Habeas Data, Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) e Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF). Essas ações são instrumentos jurídicos que garantem proteção, fiscalização ou questionamento de direitos previstos na Constituição, geralmente com tramitação em instâncias superiores do Judiciário, podendo envolver demandas de interesse de empresas, entidades ou pessoas físicas.

Empresas podem recorrer à defesa jurídica em processos constitucionais para quais finalidades?

Empresas recorrem à defesa jurídica em processos constitucionais principalmente para proteger direitos frente a normas ou atos governamentais contrários à Constituição, contestar tributos indevidos, defender liberdades empresariais, ou buscar segurança jurídica em temas regulatórios. A atuação pode ser preventiva ou repressiva, incluindo impetração de mandados de segurança ou participação como interessados em ações de controle de constitucionalidade com impacto direto nos negócios.

Quais as diferenças entre processos constitucionais e processos comuns?

Processos constitucionais tratam exclusivamente de temas relacionados à Constituição Federal, normalmente com ritos próprios e julgamento por tribunais superiores, como o STF. Já processos comuns abrangem questões civis, trabalhistas, penais ou empresariais e tramitam em instâncias ordinárias. A defesa jurídica em processos constitucionais requer abordagem técnica especializada, devido ao impacto sistêmico das decisões e complexidade das normas envolvidas.

Existem normas ou requisitos específicos para a defesa em processos constitucionais?

Sim, a atuação em defesa jurídica em processos constitucionais segue normas processuais específicas previstas na Constituição e em legislação infraconstitucional, como a Lei 9.868/99 e o Código de Processo Civil. Em ações perante o Supremo Tribunal Federal, por exemplo, há regras sobre peticionamento eletrônico, prazos diferenciados e necessidade de procuração específica. O advogado deve estar atento aos requisitos formais e substanciais para evitar prejuízo à parte representada.

Quais segmentos empresariais mais demandam defesa jurídica em processos constitucionais?

Setores regulados, como telecomunicações, energia, indústria farmacêutica, saúde, financeiro e entidades sociais, compõem o perfil das empresas que mais buscam defesa jurídica em processos constitucionais. Isso ocorre devido à frequente necessidade de discutir a constitucionalidade de leis, normas regulatórias ou decisões administrativas capazes de impactar significativamente as operações e interesses institucionais desses segmentos.