Encontramos 3 fornecedores de Curativos Cirúrgicos

Novitaly - Produtos Hospitalares e Resgate

Fornece: Material Hospitalar, Material Odontológico, Seringas Descartáveis, Agulhas Hipodérmicas Descartáveis e mais outras 368 categorias

São Paulo - SP
1-10 funcionários
Venkuri - Produtos Hospitalares

Fornece: Aventais Descartáveis, Kits Cirúrgicos, Material Cirúrgico, Campos Cirúrgicos e mais outras 98 categorias

São Paulo - SP
Varejão das Clínicas - Material Médico e Hospitalar

Fornece: Cadeiras de Rodas, Cadeiras de Rodas para Banho, Fraldas Descartáveis para Adultos, Descartáveis para Procedimentos Médico-Hospitalares e mais outras 283 categorias

São Gonçalo - RJ
Desde 2021

Perguntas Frequentes

O que são curativos cirúrgicos e para que servem?

Curativos cirúrgicos são materiais estéreis aplicados sobre incisões ou feridas fechadas cirurgicamente, com o objetivo de proteger a área, absorver exsudatos e favorecer a cicatrização. Eles ajudam a prevenir infecções e oferecem uma barreira mecânica contra agentes externos. Empresas do setor de saúde, hospitais e clínicas utilizam esses produtos rotineiramente em procedimentos médicos, enquanto distribuidores atendem à reposição periódica em larga escala.

Quais os principais tipos de curativos cirúrgicos disponíveis no mercado?

Existem diversos tipos, como curativos adesivos, compressas absorventes, curativos impermeáveis e transparentes, além de opções com camada antiaderente para evitar traumas ao retirar. A seleção depende do tipo de cirurgia, local do corpo e necessidade de troca frequente ou visualização do local. Atacadistas e revendedores costumam ofertar linhas variadas para suprir a demanda de diferentes especialidades médicas e setores hospitalares.

Curativos cirúrgicos precisam seguir normas ou certificações específicas?

No Brasil, curativos cirúrgicos são classificados como dispositivos médicos e devem atender requisitos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), garantindo esterilidade, registro regularizado e boas práticas de fabricação. Empresas compradoras devem exigir a documentação dos fornecedores, assegurando que os produtos estejam em conformidade com as normas vigentes para a segurança dos pacientes e a confiabilidade do fornecimento.

Quais materiais são mais utilizados na fabricação de curativos cirúrgicos?

Os curativos cirúrgicos geralmente são confeccionados em algodão, polímeros sintéticos como poliuretano, TNT (tecido-não-tecido) e filmes de poliéster. Alguns modelos possuem camadas absorventes ou barreiras impermeáveis. A seleção do material influencia a capacidade de absorção, respirabilidade e o conforto ao paciente, além de afetar os custos e a aplicabilidade para revendedores ou hospitais especializados.

Como escolher o curativo cirúrgico mais adequado para diferentes procedimentos?

A escolha do curativo cirúrgico depende do tamanho da incisão, presença de exsudato e necessidade de visualização da ferida. Cirurgias com maior liberação de fluidos exigem modelos com alta absorção, enquanto áreas de difícil fixação podem demandar curativos adesivos de alta performance. Empresas do setor de saúde frequentemente analisam custo-benefício, facilidade de aplicação e protocolos específicos do procedimento ao selecionar fornecedores.

Em quais setores e ambientes corporativos curativos cirúrgicos são mais utilizados?

Curativos cirúrgicos são amplamente utilizados em hospitais, clínicas, laboratórios, ambulatórios empresariais, centros cirúrgicos de indústrias e serviços médicos corporativos. Empresas de home care e fornecedores de materiais hospitalares também demandam esse tipo de produto para atender pacientes em domicílio e reabilitação. Distribuidores costumam abastecer esses segmentos com volumes que variam conforme o porte da operação.

Qual a diferença entre curativos cirúrgicos estéreis e não estéreis?

Curativos cirúrgicos estéreis passam por processos rigorosos para eliminação de microorganismos, sendo indicados para aplicação direta sobre incisões ou feridas abertas. Já os não estéreis são usados em coberturas secundárias, quando não há risco de contaminação. Para hospitais e clínicas, o uso predominante é de materiais estéreis, conforme exigências sanitárias e protocolos de segurança do paciente.