Encontramos 6 fornecedores de Cubos de Roda Automotiva

Hipper Freios

Fornece: Cubos para Freios, Cubos de Rodas, Freios Automotivos, Peças para Freios e mais outras 30 categorias

Sangão - SC
Martins Cruz Fundição

Fornece: Eixos, Cubos de Rodas, Colhedoras de Cana, Raspadeiras de Cana e mais outras 23 categorias

Jaboticabal - SP
Desde 1935
Pgb Rodas e Rodízios

Fornece: Bases com Rodízios para Tambores, Controladores para Rodízio de Compressores, Pinos para Rodízios, Rodas para Rodízios e mais outras 364 categorias

Ferraz de Vasconcelos - SP
Pazetto Usinagem

Fornece: Cubos de Rodas, Polias para a Indústria Cerâmica, Serviços de Usinagem CNC, Cubos de Roda para Caminhão e mais outras 14 categorias

Nova Veneza - SC
11-50 funcionários
Colorado S/a - Distribuidora de Rolamentos

Fornece: Rolamentos Automotivos, Rolamentos Axiais, Rolamentos de Esferas, Rolamentos de Precisão e mais outras 68 categorias

São Paulo - SP
Mwl Brasil - Indústria de Rodas e Eixos para Ferrovias

Fornece: Rodas de Aço, Rodas para Vagonetas, Cubos de Rodas, Cubos de Roda para Caminhão e mais outras 13 categorias

Caçapava - SP

Perguntas Frequentes

O que são cubos de roda automotiva e qual sua função em veículos?

Cubos de roda automotiva são componentes essenciais que conectam a roda ao sistema de suspensão e permitem sua rotação livre e segura. Eles abrigam rolamentos internos responsáveis por suportar o peso do veículo e garantir movimentação suave. Em aplicações comerciais ou industriais, a escolha do cubo adequado é fundamental para garantir confiabilidade e segurança em veículos de frota, ônibus ou caminhões de uso frequente.

Quais os principais tipos de cubo de roda disponíveis no mercado?

Existem diversos tipos de cubos de roda, como cubos de roda dianteira e traseira, cubos com sensores ABS integrados e versões que variam conforme o tipo de veículo (leves, pesados, utilitários). Empresas do setor automotivo precisam identificar o modelo correto conforme aplicação e especificações técnicas exigidas pela montadora ou normas do segmento. Escolher o tipo certo assegura compatibilidade e desempenho.

Como saber se um cubo de roda atende às normas técnicas do setor automotivo?

Os cubos de roda automotiva devem seguir normas nacionais e internacionais, como ISO/TS 16949 e requisitos das montadoras, quando aplicável. Empresas compradores devem solicitar documentação do fornecedor, como certificados de qualidade e testes de durabilidade, assegurando que o componente atende padrões exigidos pelo setor e evita problemas no uso contínuo em frotas ou produção industrial.

Quais cuidados são importantes na instalação de cubos de roda?

A instalação de cubos de roda requer ferramentas adequadas, torque correto e atenção às recomendações do fabricante para evitar danos prematuros aos rolamentos ou ao sistema de suspensão. Empresas que atuam com manutenção de frotas ou serviços automotivos devem treinar as equipes para procedimentos padronizados, garantindo segurança operacional e maior vida útil do componente instalado.

Quais materiais são utilizados na fabricação de cubos de roda e como influenciam sua performance?

Os cubos de roda são fabricados principalmente em aço ou alumínio, materiais escolhidos por sua resistência mecânica e leveza. O aço oferece maior durabilidade para veículos pesados e aplicações industriais, enquanto o alumínio proporciona redução de peso em veículos leves, favorecendo economia de combustível. Empresas devem considerar o material mais adequado ao perfil de uso de suas operações.

Para quais setores do mercado os cubos de roda são indicados?

Cubos de roda automotiva são indicados para empresas do ramo de transporte, frotistas, oficinas especializadas, concessionárias, distribuidores de peças automotivas e indústrias automobilísticas. São componentes indispensáveis em veículos de passeio, comerciais leves e pesados, sendo essenciais para o desempenho e segurança em aplicações profissionais e operacionais.

Quando substituir o cubo de roda em veículos corporativos ou industriais?

A substituição do cubo de roda deve ser considerada quando houver ruídos anormais, folgas, superaquecimento ou desgaste excessivo dos rolamentos. Empresas gestoras de frotas ou com linhas de produção automotiva precisam adotar rotinas de inspeção periódica, garantindo que o componente esteja em condições ideais para evitar falhas e prejuízos operacionais.