Encontramos 8 fornecedores de Corante Artificial para Indústria Alimentícia

Molekula Brasil - Produtos Químicos

Fornece: Balanças Analíticas, Estufas Bacteriológicas, Lâmpadas para Espectrofotômetros, Repipetadores e mais outras 578 categorias

Jaguariúna - SP
1-10 funcionários
Maian Farma - Matérias-Primas para a Indústria Farmacêutica

Fornece: Produtos Químicos para a Indústria Farmacêutica, Produtos Químicos, Indústria Química, Palmitato de Isopropila e mais outras 155 categorias

Jandira - SP
Iceberg

Fornece: Produtos Químicos para a Indústria Alimentícia, Agentes Antiaderentes para a Indústria Alimentícia, Aromatizantes para a Indústria Alimentícia, Corantes Alimentícios Naturais e mais outras 43 categorias

Barueri - SP
Ksa - Aromas e Corantes para Nutrição Humana e Animal

Fornece: Aromas Artificiais de Frutas, Aromas para a Indústria Alimentícia, Aromas Naturais de Frutas, Essências Concentradas e mais outras 85 categorias

Guarulhos - SP
Desde 2000
1-10 funcionários
Oxquim - Ingredientes e Aditivos

Fornece: Xilitol, Acessulfame K, Edulcorantes para a Indústria Alimentícia, Ácido Cítrico e mais outras 802 categorias

São Paulo - SP
Azingro - Ingredientes Essenciais

Fornece: Ácido Hialurônico, Ácido Ascórbico, Ácido Benzóico, Ácido Cítrico e mais outras 275 categorias

Curitiba - PR
Desde 2020
1-10 funcionários
Maian Food - Matérias-Primas para a Indústria Alimentícia

Fornece: Insumos para a Indústria Química, Goma Xantana, Goma Guar, Polirricinoleato de Poliglicerol | PGPR e mais outras 274 categorias

Jandira - SP
Desde 2007
51-100 funcionários
Adicel - Ingredientes para a Indústria Alimentícia

Fornece: Ingredientes para a Indústria Alimentícia, Ingredientes Desidratados para Food Service, Ingredientes Desidratados para a Indústria de Alimentos, Ingredientes para a Indústria de Bebidas e mais outras 320 categorias

Belo Horizonte - MG
Desde 1997
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é corante artificial para indústria alimentícia e para que serve?

Corante artificial para indústria alimentícia é um aditivo utilizado para conferir ou intensificar a cor em alimentos processados. Amplamente empregado por fabricantes em setores como confeitaria, bebidas, panificação e laticínios, sua principal função é padronizar e fortalecer a aparência dos produtos, tornando-os visualmente mais atrativos ao consumidor final. Empresas e indústrias utilizam corantes sintéticos pela alta estabilidade, homogeneidade e custo-benefício em formulações que exigem coloração uniforme em grandes volumes.

Quais são os principais tipos de corantes artificiais usados em alimentos industriais?

Os principais tipos de corantes artificiais utilizados na indústria alimentícia são os corantes azo, xantênicos e trifenilmetano. Cada grupo oferece cores específicas — como amarelo, vermelho, azul e verde — e apresenta diferentes níveis de resistência à luz, calor e pH. A seleção do tipo ideal depende do alimento processado e dos requisitos de estabilidade da formulação. Indústrias de bebidas, doces e snacks geralmente optam por versões solúveis em água para melhor dispersão durante o processamento.

Existem normas ou certificações para o uso de corantes artificiais na indústria alimentícia?

Sim, a fabricação e o uso de corantes artificiais em alimentos industriais são regulamentados por órgãos como a ANVISA no Brasil. Os fabricantes precisam garantir que os corantes estejam autorizados para uso alimentar, respeitando limites de concentração determinados pelas legislações vigentes. Além disso, a rotulagem correta e a rastreabilidade são exigências essenciais, garantindo segurança aos consumidores e transparência para as empresas processadoras de alimentos no mercado nacional e internacional.

Quais cuidados as indústrias alimentícias devem ter ao adquirir corantes artificiais em grande escala?

Ao adquirir corantes artificiais em grandes volumes, indústrias devem analisar a procedência e a conformidade do produto com as normas regulatórias. É importante exigir laudos técnicos, fichas de especificações e garantir que o fornecedor tenha processos de controle de qualidade certificados. A avaliação da compatibilidade do corante com o processo industrial, bem como da sua estabilidade em diferentes condições de pH e temperatura, reduz o risco de variações na produção e assegura a padronização do produto final.

Como escolher o corante artificial adequado para diferentes alimentos processados?

A escolha do corante artificial ideal depende das propriedades químicas do alimento, como acidez, teor de gordura e método de processamento. Indústrias alimentícias devem considerar solubilidade (em água ou óleo), resistência à luz e calor, e possíveis interações com outros ingredientes. Por exemplo, sobremesas lácteas exigem corantes estáveis ao calor, enquanto bebidas carbonatadas necessitam de opções resistentes à luz. Consultar o fornecedor sobre as aplicações recomendadas para cada corante ajuda a garantir melhores resultados.

Quais segmentos do setor alimentício mais utilizam corantes artificiais em suas formulações?

Os segmentos que mais utilizam corantes artificiais incluem confeitaria, bebidas não alcoólicas, panificação, laticínios, sorvetes, snacks e produtos processados prontos para consumo. Indústrias destes setores empregam esses aditivos para manter a uniformidade visual dos lotes, valorizar a apresentação e atender expectativas do consumidor final. Revendedores, distribuidores e grandes redes de alimentação também adquirem corantes para aplicações específicas ou para revenda a pequenas e médias empresas do ramo alimentício.

Há diferenças entre corante artificial e corante natural para uso industrial?

Sim, corantes artificiais apresentam maior estabilidade, brilho e intensidade de cor, além de melhor custo-benefício para lotes industriais grandes. Em contrapartida, corantes naturais, extraídos de fontes vegetais ou animais, podem ter menor resistência a processamento térmico e luz, e seu fornecimento é mais suscetível a variações sazonais. A escolha entre ambos depende dos requisitos de padronização, expectativas do cliente e políticas de rotulagem de cada empresa alimentícia.