Encontramos 2 fornecedores de Conversores Elétrico-Ópticos para Fibra Óptica

Tecnovolt - Hidráulico e Elétrico

Fornece: Acessórios Elétricos, Acessórios para Painéis Elétricos, Acionamentos de Motores Elétricos, Acionamentos Elétricos e mais outras 830 categorias

Itumbiara - GO
Ita Sat - Comércio de Antenas

Fornece: Motores Elétricos para Portão Eletrônico, Câmera Vigia Bebê, Câmeras Industriais, Câmeras Termográficas e mais outras 486 categorias

Campinas - SP
Desde 1993
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que são conversores elétrico-ópticos para fibra óptica e para que servem?

Conversores elétrico-ópticos para fibra óptica são dispositivos que transformam sinais elétricos em sinais ópticos e vice-versa, permitindo a integração de equipamentos convencionais a redes de fibra óptica. Eles são amplamente utilizados para conectar sistemas de dados, voz ou vídeo que operam em cabeamento elétrico tradicional (cobre) a redes ópticas, oferecendo maior alcance, estabilidade de transmissão e imunidade a interferências eletromagnéticas, essenciais tanto em ambientes industriais quanto corporativos.

Quais tipos de conversores elétrico-ópticos existem no mercado?

No mercado, existem diversos tipos de conversores elétrico-ópticos, incluindo modelos para transmissão de dados Ethernet, HDMI, vídeo analógico, áudio, entre outros. As versões variam conforme a velocidade suportada (como 10/100/1000 Mbps para Ethernet), tipo de conector óptico (SC, LC, ST), distância de transmissão e padrão de fibra (monomodo ou multimodo). A escolha adequada depende do padrão do sinal a ser convertido e das necessidades da rede ou aplicação industrial.

Como escolher o conversor elétrico-óptico ideal para aplicações corporativas?

A seleção do conversor elétrico-óptico deve considerar a compatibilidade entre os dispositivos, a largura de banda necessária, o tipo de fibra óptica disponível e a distância de transmissão. Em ambientes corporativos ou industriais extensos, é importante verificar se o conversor suporta redundância, gerenciamento remoto e integração com outros equipamentos presentes na rede, garantindo confiabilidade no tráfego de dados e facilidade de manutenção.

Há normas e certificações importantes para conversores elétrico-ópticos?

Conversores elétrico-ópticos de qualidade costumam atender normas internacionais, como IEEE 802.3 para Ethernet e especificações regulamentadas pela ANATEL no Brasil. Além disso, certificações de compatibilidade eletromagnética (EMC) e de segurança elétrica são recomendadas, sobretudo em ambientes industriais, para assegurar a operação confiável e a conformidade com exigências legais e técnicas do setor de telecomunicações e TI corporativo.

Quais cuidados são necessários na instalação de conversores elétrico-ópticos?

Para instalar conversores elétrico-ópticos corretamente, é essencial garantir a compatibilidade dos conectores, observar a polaridade da fibra óptica e evitar dobras excessivas no cabo. A alimentação elétrica deve atender às especificações do fabricante e, em ambientes industriais, recomenda-se proteger os conversores contra vibração e poeira. Testes de conexão e certificação óptica garantem o funcionamento adequado e minimizam falhas na transmissão de dados.

Em quais setores os conversores elétrico-ópticos são mais utilizados?

Conversores elétrico-ópticos para fibra óptica atendem principalmente empresas de telecomunicações, centros de dados, indústrias de automação, hospitais, instituições de ensino e grandes redes corporativas. Eles são essenciais em infraestruturas de rede que exigem alta velocidade, segurança no tráfego de informações e integração entre sistemas novos e legados, sendo fundamentais para integradores, distribuidores e revendedores do setor B2B.

Qual a diferença entre conversores para fibra monomodo e multimodo?

A principal diferença está na forma como transmitem a luz: conversores para fibra monomodo são projetados para grandes distâncias (até centenas de quilômetros) e utilizam um único feixe de luz, enquanto multimodo é indicado para curtas e médias distâncias, utilizando múltiplos modos de propagação. A escolha depende das necessidades de alcance e largura de banda do projeto corporativo ou industrial, bem como da infraestrutura já existente no local.