Encontramos 8 fornecedores de Conectores para Circuitos Impressos

Al Circuits

Fornece: Circuitos de Placa Rígida e Material Flexível, Circuitos Decodificadores e Multiplexadores, Circuitos Impressos, Conectores para Circuitos Impressos e mais outras 61 categorias

São Paulo - SP
Unioli - Revenda Corporativa de Equipamentos de Informática

Fornece: Acessórios para Informática, Adaptadores para Informática, Aparelhos Telefônicos para Deficientes Visuais, Baterias para Nobreaks e mais outras 1877 categorias

Cotia - SP
Desde 2007
1-10 funcionários
Compomil Componentes Eletrônicos

Fornece: Acessórios Elétricos, Componentes Elétricos, Componentes Eletrônicos, Bornes e mais outras 81 categorias

São Paulo - SP
Croma Tecnologia - Suprimentos e Equipamentos de Ti

Fornece: Administração de Condomínios, Administração de Imóveis, Administração de Obras, Administração de Projetos em Biotecnologia e mais outras 3704 categorias

Brasília - DF
Desde 2019
11-50 funcionários
Cromatek - Componentes Eletrônicos e Montagem de Placas

Fornece: Relês, Componentes Eletrônicos, Fitas de Led, Montagem de Placa para Circuito Impresso e mais outras 136 categorias

Guarulhos - SP
101-500 funcionários
Starteck Semicondutores

Fornece: Módulos Diodos, Redes de Diodos, Componentes Eletrônicos, Micro Relês e mais outras 199 categorias

Guarulhos - SP
Commtek Eletrônica

Fornece: Acessórios Elétricos, Componentes Eletrônicos, Chicotes com Conectores para Eletrônica, Conectores Eletrônicos e mais outras 36 categorias

São Paulo - SP
Face Importação e Comércio

Fornece: Circuitos Impressos, Conectores para Circuitos Impressos, Barras de Pinos para Circuitos Impressos, Equipamentos para Retrabalho de Circuitos Impressos e mais outras 56 categorias

São Paulo - SP

Perguntas Frequentes

O que são conectores para circuitos impressos e para que servem?

Conectores para circuitos impressos são dispositivos eletromecânicos utilizados para unir trilhas ou componentes em placas de circuito impresso (PCI), facilitando a transmissão de energia e sinais elétricos. Eles são fundamentais em aplicações industriais, linhas de montagem eletrônica, automação e manutenção. Revendedores buscam esses conectores para distribuir em larga escala, enquanto empresas finais os aplicam em painéis de controle, equipamentos eletrônicos e sistemas embarcados. A padronização dos conectores garante compatibilidade entre diferentes fabricantes e facilita processos de montagem, reposição e manutenção em ambientes corporativos e industriais.

Quais são os tipos mais comuns de conectores para circuitos impressos?

Os tipos mais comuns para circuitos impressos incluem conectores de barra (headers), terminais tipo borne, conectores wire-to-board (fio para placa) e board-to-board (placa para placa). Cada tipo atende necessidades específicas, como integração de cabos a placas ou conexão entre placas. Indústrias costumam escolher modelos conforme requisitos de corrente, tensão e espaço físico. Empresas revendedoras geralmente devem manter um portfólio variado para atender diferentes aplicações eletrônicas e demandas de fabricantes de equipamentos.

Existe alguma norma técnica para conectores de circuitos impressos?

Sim, conectores para circuitos impressos muitas vezes seguem padrões internacionais, como as normas IPC e as especificações IEC, que tratam de critérios de qualidade para eletrônica industrial e comercial. Essas normas estabelecem requisitos mínimos quanto à resistência mecânica, condutividade elétrica e compatibilidade de materiais. Empresas compradoras e indústrias devem verificar a conformidade dos conectores com essas normas para garantir confiabilidade, segurança e desempenho em ambientes críticos ou aplicações sensíveis.

Quais cuidados devem ser tomados no armazenamento e transporte de conectores para placas?

É fundamental armazenar conectores em ambientes limpos, secos e longe de agentes químicos ou intempéries para evitar corrosão e oxidação dos contatos. Embalagens antieletrostáticas previnem danos por descargas elétricas, especialmente em peças sensíveis. No transporte, recomenda-se acondicionar os conectores em caixas resistentes e separadores, minimizando choques mecânicos e a possibilidade de deformações. Empresas revendedoras e indústrias evitam assim prejuízos e garantem a integridade dos componentes até o momento do uso na produção ou revenda.

Como escolher entre diferentes materiais de conectores para circuitos impressos?

Os materiais mais comuns em conectores são plásticos técnicos para isolamento e ligas metálicas para contatos, como cobre estanhado ou ouro. Indústrias que trabalham com ambientes agressivos optam por materiais de maior resistência à corrosão. Empresas finais avaliam condutividade, durabilidade e compatibilidade com outros componentes da placa, enquanto revendedores priorizam versatilidade para atender diversos setores. A escolha adequada depende da aplicação, exigências de durabilidade e especificações técnicas do projeto eletrônico.

Como funciona a cadeia de suprimentos para aquisição de conectores para placas no setor corporativo?

No setor B2B, a cadeia de suprimentos pode envolver fabricantes, distribuidores e revendedores especializados, que fornecem conectores em volumes adequados para indústrias ou empresas de manutenção. Revendedores frequentemente negociam diretamente com fabricantes para obter estoque estratégico. Indústrias podem exigir contratos de fornecimento continuado para garantir disponibilidade nas linhas de montagem. O abastecimento eficiente permite menor tempo de inatividade e melhor gestão de custos para corporações e empresas integradoras de sistemas eletrônicos.

Quais setores utilizam conectores para circuitos impressos e quais as demandas específicas?

Setores como automação industrial, telecomunicações, eletroeletrônicos, automotivo e equipamentos médicos fazem uso extensivo desses conectores em painéis, sistemas de controle e dispositivos inteligentes. Indústrias elétricas precisam de conectores robustos, enquanto fabricantes de equipamentos de consumo buscam miniaturização e eficiência. A demanda por conectores varia conforme o volume de produção, a necessidade de manutenção e as exigências técnicas de cada setor, impactando as estratégias de revenda e suprimento para empresas e distribuidores.