Encontramos 5 fornecedores de Cloreto de Potássio Food Grade

Boraquímica - Produtos Químicos

Fornece: Produtos Químicos, Ácido Acético, Ácido Ascórbico, Ácido Cítrico e mais outras 301 categorias

Ribeirão Preto - SP
Ldquim - Matérias-Primas

Fornece: Látex de Borracha Natural, BHT | Butil Hidroxitolueno, Tensoativo Biodegradável LAS 90%, Aditivos para Rações e mais outras 134 categorias

Campinas - SP
Desde 2017
1-10 funcionários
Dipa Química

Fornece: Ácido Acético, Ácido Acético Glacial, Ácido Ascórbico, Ácido Cítrico e mais outras 917 categorias

Curitiba - PR
Indústria Química River

Fornece: Produtos Químicos, Cloreto de Cálcio Grau Técnico, Cloreto de Magnésio, Bicarbonato de Amônio e mais outras 125 categorias

Guarulhos - SP
Metachem - Produtos Químicos, Matérias Primas e Ingredientes

Fornece: Propionato de Cálcio, Produtos Químicos, Ácido Cítrico, Citrato de Sódio e mais outras 292 categorias

São Paulo - SP
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é cloreto de potássio food grade e para que ele é utilizado?

Cloreto de potássio food grade é um sal mineral altamente puro, aprovado para uso em alimentos. Ele serve principalmente como substituto parcial do sal comum (cloreto de sódio) em formulações alimentícias, além de atuar como regulador de potássio em produtos industrializados. Indústrias alimentícias utilizam essa matéria-prima para equilibrar perfis nutricionais, reduzir sódio em alimentos processados e atender especificações regulatórias quanto ao teor de minerais em produtos finais.

Quais mercados utilizam cloreto de potássio food grade em larga escala?

O cloreto de potássio food grade é amplamente empregado por indústrias alimentícias, fabricantes de bebidas, empresas de panificação e laticínios. Ele é utilizado tanto na produção de alimentos processados quanto em suplementos nutricionais e soluções de reidratação oral. Revendedores também adquirem este insumo para redistribuição a empresas de menor porte que atuam no setor alimentício e farmacêutico.

Quais são as principais formas de apresentação do cloreto de potássio food grade no mercado B2B?

No mercado B2B, o cloreto de potássio food grade é fornecido normalmente em pó fino ou granulado, acondicionados em sacos industriais de grande capacidade, como 25 kg ou big bags. Essas apresentações facilitam o manuseio e a dosagem nas linhas de produção, além de atender demandas de alto volume exigidas por indústrias de alimentos, bebidas e empresas de revenda.

O uso do cloreto de potássio food grade exige cumprimento de normas específicas?

Sim. O uso do cloreto de potássio em grau alimentício está sujeito à regulamentação da ANVISA no Brasil e padrões internacionais de inocuidade alimentar, como Codex Alimentarius. Os fornecedores precisam comprovar pureza, ausência de contaminantes e rastreabilidade do produto. Empresas compradoras devem garantir que o insumo atenda às especificações exigidas para a segurança alimentar do produto final.

Existem diferenças relevantes entre cloreto de potássio food grade e industrial?

Sim, há diferenças importantes. O cloreto de potássio food grade passa por purificação rigorosa para remoção de impurezas e é submetido a análises que asseguram sua adequação ao consumo humano. Em contraste, o grau industrial pode conter traços de substâncias inadequadas para alimentos, sendo direcionado a processos não alimentícios. Usar a versão correta é fundamental para conformidade e segurança.

Como empresas podem substituir o sódio pelo cloreto de potássio food grade em alimentos?

A substituição do sódio pelo cloreto de potássio food grade é feita por meio de ajustes em formulações alimentícias e testes sensoriais para manter sabor e textura. Indústrias de alimentos utilizam esse insumo em proporções calculadas, balanceando benefícios nutricionais e aceitação sensorial, especialmente em produtos com redução de sódio, como embutidos, pães e snacks processados.

Quais cuidados são necessários ao incorporar cloreto de potássio food grade nas operações industriais?

A incorporação do cloreto de potássio food grade requer atenção à dosagem adequada, testes de compatibilidade com outros ingredientes e garantia da homogeneidade na mistura. Indústrias precisam avaliar o impacto sensorial e físico-químico nas receitas, além de assegurar que o produto seja armazenado em área seca e protegida de contaminação, conforme os protocolos internos de segurança alimentar.