Encontramos 2 fornecedores de Cimento Portland Pozolânico

Cimento Itambé

Fornece: Dormentes de Concreto, Argamassas Colantes, Galerias de Concreto, Cimento Portland de Alta Resistência Inicial e mais outras 106 categorias

Curitiba - PR
Serve Todos - Materiais para Construção

Fornece: Acabamentos de Registros Hidráulicos, Acabamentos para a Construção Civil, Acabamentos Plásticos para a Construção Civil, Acabamentos Finos para a Construção Civil e mais outras 240 categorias

Guaiçara - SP
Desde 2023
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é o Cimento Portland Pozolânico e para que ele é utilizado?

O Cimento Portland Pozolânico é um tipo de cimento que incorpora materiais pozolânicos, como cinzas ou materiais silicosos, ao clínquer e ao gesso. Essa composição confere maior resistência a ambientes agressivos, sendo indicado para obras de concreto em contato com águas de alta alcalinidade ou solos agressivos. É amplamente utilizado em obras de infraestrutura, construção civil e em indústrias que demandam maior durabilidade e resistência química em suas estruturas.

Quais as principais vantagens do uso de cimento pozolânico em projetos industriais?

O cimento pozolânico oferece vantagens como maior resistência a sulfatos, menor geração de calor de hidratação e melhor impermeabilidade. Essas características tornam o produto ideal para indústrias que constroem fundações, estruturas submersas ou armazenam produtos químicos. Sua composição reduz o risco de fissuras e aumenta a vida útil do concreto, sendo estratégico para empresas que buscam performance, durabilidade e menor manutenção em operações de médio e grande porte.

Existem normas técnicas específicas para o Cimento Portland Pozolânico no Brasil?

Sim, no Brasil o cimento pozolânico é padronizado pela ABNT, em especial pela norma NBR 5736, que define os requisitos mínimos de composição, resistência mecânica e desempenho do produto. Seguir essas normas é obrigatório para fabricantes e recomendado para empresas compradoras e revendedoras, garantindo a qualidade e a segurança estrutural em aplicações industriais, civis e comerciais. Consultar sempre o laudo técnico do fornecedor é uma boa prática.

Quais setores da construção civil utilizam mais o cimento pozolânico?

Setores como infraestrutura urbana, saneamento, pavimentação, obras hidráulicas (barragens, canais) e fundações profundas utilizam amplamente esse tipo de cimento. Empresas responsáveis por grandes projetos de engenharia civil preferem o cimento pozolânico devido à sua resistência a intempéries e agentes agressivos, aliados à maior durabilidade. Indústrias consumidoras e revendedores também atuam em fornecimento e aplicações para obras corporativas e públicas de larga escala.

Qual a diferença entre cimento pozolânico e cimento comum (Portland CP II)?

A principal diferença está na presença de material pozolânico na composição do produto. O cimento pozolânico apresenta maior resistência a ataques químicos e menor permeabilidade, sendo recomendado para obras expostas a ambientes agressivos. Já o cimento comum, como o CP II, possui menor teor de aditivos, sendo indicado para estruturas convencionais. A escolha entre eles depende das necessidades técnicas do projeto e das condições ambientais a que será submetida a estrutura.

Empresas revendedoras podem negociar grandes volumes de cimento pozolânico com fornecedores?

Sim, empresas revendedoras, atacadistas ou distribuidores podem adquirir cimento pozolânico diretamente de fábricas ou representantes comerciais em grandes volumes. A negociação em escala permite preços mais competitivos e condições de fornecimento contínuo. É recomendável buscar fornecedores certificados e negociar contratos que atendam à demanda dos clientes finais, sejam varejistas de materiais de construção, empresas de obras públicas ou organizações privadas.

O cimento pozolânico influencia a sustentabilidade em projetos de engenharia?

Sim, o uso de cimento pozolânico contribui para projetos mais sustentáveis, pois incorpora resíduos industriais como pozolanas artificiais (cinzas) em sua formulação. Isso reduz o consumo de clínquer e as emissões de CO2 do processo produtivo. Para empresas de engenharia e indústrias preocupadas com o impacto ambiental, essa opção alia viabilidade técnica e responsabilidade socioambiental, atendendo políticas de construção verde e certificações ambientais exigidas em licitações públicas ou projetos privados.