Encontramos 3 fornecedores de Cimento Aluminoso

Global Trend - Insumos Industriais

Fornece: Aditivos Impermeabilizantes para Concretos e Argamassas, Aditivos para Argamassas, Aditivos para Concreto, Agentes de Cura para Argamassas e mais outras 134 categorias

Rio de Janeiro - RJ
11-50 funcionários
Ibr - Indústria Brasileira de Refratários

Fornece: Fibra Cerâmica para Isolamento Térmico, Cerâmicos Refratários para Churrasqueiras, Cerâmicos Refratários para Caldeiras, Argamassas Refratárias e mais outras 72 categorias

Louveira - SP
1-10 funcionários
Arm - Soluções de Fundição

Fornece: Cerâmicas Refratárias, Concretos Refratários, Cerâmicos Refratários para Caldeiras, Refratários Industriais e mais outras 365 categorias

Flores da Cunha - RS
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é cimento aluminoso e para que é utilizado?

Cimento aluminoso é um material de construção composto principalmente por aluminato de cálcio, oferecendo alta resistência inicial e boa performance em ambientes agressivos. Ele é comum em aplicações industriais que exigem endurecimento rápido, como obras emergenciais, fundações expostas a agentes químicos ou ambientes de alta temperatura. O cimento aluminoso também é empregado na fabricação de refratários e em reparos estruturais, sendo uma escolha frequente de empresas que buscam produtividade e robustez em suas operações.

Quais são as principais diferenças entre cimento aluminoso e cimento Portland?

A principal diferença está na composição e nas propriedades finais. Cimento aluminoso utiliza aluminatos de cálcio, enquanto o cimento Portland é baseado em silicatos de cálcio. O aluminoso proporciona endurecimento mais rápido, maior resistência inicial e boa performance em ambientes com produtos químicos ou altas temperaturas. Já o Portland é mais indicado para construções convencionais, com tempo de cura padrão e menor tolerância a agentes agressivos.

Existem normas técnicas específicas para aplicação de cimento aluminoso no Brasil?

Sim, o uso de cimento aluminoso é regulamentado por normas técnicas como a ABNT NBR 9832, que estabelece requisitos para composição, propriedades físicas e químicas, além de indicações para aplicação segura. Empresas que utilizam esse produto devem garantir a conformidade com essas normas para assegurar qualidade, desempenho e segurança nas obras ou processos industriais onde o material é empregado.

Quais setores industriais mais utilizam cimento aluminoso?

Setores industriais como siderurgia, metalurgia, petroquímica e fundições empregam cimento aluminoso principalmente na produção de concretos e argamassas refratárias. Sua resistência ao calor e a produtos químicos torna o material adequado para lajes, fornos, pisos industriais e componentes estruturais submetidos a temperaturas elevadas ou ambientes corrosivos, atendendo demandas específicas de produtividade e segurança operacional.

Quais são os principais cuidados na preparação e aplicação do cimento aluminoso?

É fundamental controlar a proporção de água e evitar temperaturas elevadas durante a mistura, pois o cimento aluminoso apresenta reações rápidas e pode perder resistência se manipulado incorretamente. Indústrias e empresas devem seguir orientações do fornecedor, utilizar equipamentos de proteção e garantir tempo adequado para acabamento. O uso de aditivos apropriados também pode aprimorar o desempenho conforme a aplicação.

Existem diferentes tipos ou formulações de cimento aluminoso?

Sim, há variações de cimento aluminoso conforme a concentração de óxido de alumínio (Al2O3). Produtos com maior teor de alumina oferecem desempenho superior em ambientes extremamente agressivos e aplicações refratárias. Outros tipos, com composição ajustada, são utilizados em construção civil especializada e em processos produtivos de indústrias com requisitos específicos quanto à resistência química e térmica.

Empresas revendedoras podem negociar volumes de cimento aluminoso diretamente com fabricantes?

Sim, revendedores e distribuidores podem negociar compras em grandes volumes de cimento aluminoso diretamente com fabricantes ou importadores, o que pode reduzir custos unitários e garantir maior regularidade no abastecimento. Essa prática é comum no setor B2B, especialmente quando o objetivo é atender empresas compradoras finais ou clientes industriais de médio e grande porte, demandando escala consistente de fornecimento.