Encontramos 3 fornecedores de Centrífuga Não Refrigerada para Clínicas

Imesul Metal Apícola - Indústria Metalúrgica

Fornece: Centrífugas de Tambor, Centrífugas Tripé, Centrífugas Não Refrigeradas, Centrífugas Filtradoras e mais outras 45 categorias

Lages - SC
Solab - Equipamentos para Laboratórios

Fornece: Agitadores Magnéticos, Evaporadores, Trocadores de Calor, Banhos de Refrigeração e mais outras 766 categorias

Piracicaba - SP
Desde 2003
Black Norte - Soluções em Refrigeração

Fornece: Acessórios para Refrigeração, Acessórios para HVAC, Ar Condicionado, Balcões Refrigerados e mais outras 110 categorias

Itacoatiara - AM
Desde 2022
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

Para que serve uma centrífuga não refrigerada em clínicas?

A centrífuga não refrigerada para clínicas é utilizada para separar componentes do sangue, urina ou outros fluidos biológicos por meio de alta rotação. Este equipamento é essencial em laboratórios clínicos para análises de rotina, como exames hematológicos e urinários. Ao não precisar de refrigeração, é indicada para procedimentos em que o controle de temperatura não interfere nos resultados, tornando-se uma solução prática e econômica para clínicas de pequeno e médio porte.

Quais os principais tipos de centrífugas não refrigeradas disponíveis para clínicas?

No mercado, existem centrífugas não refrigeradas de bancada, microcentrífugas e modelos de rotor fixo ou basculante. As versões de bancada são comuns em clínicas com alta demanda, enquanto microcentrífugas são ideais para pequenos volumes ou amostras específicas. A escolha depende da quantidade de amostras processadas e do tipo de análise realizada. Cada modelo oferece variações de velocidade e capacidade atendendo a diferentes necessidades laboratoriais.

Existe alguma norma técnica para centrífuga não refrigerada em ambientes clínicos?

Sim, equipamentos laboratoriais como a centrífuga não refrigerada para clínicas devem seguir normas como a ABNT NBR IEC 61010-2-020, que estabelece requisitos de segurança para centrífugas laboratoriais. Além disso, é importante verificar se o equipamento possui certificações de órgãos regulatórios brasileiros, como Anvisa ou Inmetro, assegurando conformidade técnica para ambientes clínicos e garantindo a segurança dos usuários durante o manuseio.

Quais cuidados de instalação são recomendados para centrífuga não refrigerada em clínicas?

A instalação de uma centrífuga não refrigerada requer superfície nivelada e estável para evitar vibrações que possam comprometer os resultados. O espaço deve ser ventilado, afastado de fontes de calor e protegido contra poeira. É essencial verificar a voltagem elétrica compatível e reservar área suficiente ao redor para facilitar operações e manutenção. Seguir as orientações do fabricante é fundamental para segurança e desempenho do equipamento.

Como escolher entre rotor fixo e rotor basculante para uma centrífuga clínica?

A escolha entre rotor fixo e basculante depende do tipo de separação de amostras desejada. Rotores fixos são indicados para separação rápida e eficiente de componentes sedimentáveis, comuns em ensaios hematológicos. Já os rotors basculantes proporcionam separação mais homogênea, ideais para tubos volumétricos ou análise de plasma e soro. O perfil de exames realizados na clínica deve orientar a escolha do modelo mais adequado.

Quais setores costumam utilizar centrífugas não refrigeradas em ambientes clínicos?

Centrífugas não refrigeradas são amplamente empregadas em laboratórios de análises clínicas, postos de coleta, clínicas de diagnóstico e consultórios especializados. Hospitais e centros de pesquisa que não demandam controle rigoroso de temperatura também fazem uso desses equipamentos. Distribuidores e revendedores costumam atender a esse mercado, ofertando modelos compatíveis com diferentes volumes e especificações técnicas.

Quais cuidados de manutenção são recomendados para prolongar a vida útil da centrífuga?

A manutenção preventiva inclui limpeza periódica do rotor, verificação do balanceamento das cargas e inspeção visual dos componentes. Recomenda-se seguir rigorosamente as instruções do fabricante quanto à lubrificação das partes móveis e à substituição de peças desgastadas. O uso correto, somado à manutenção regular, reduz riscos de falhas mecânicas, garantindo a confiabilidade das análises clínicas e a longevidade do equipamento.