Encontramos 4 fornecedores de Centrais Eletroímã para Portas Corta-Fogo

Contra Incêndio - Sistemas de Proteção e Combate a Incêndio

Fornece: Acessórios de Combate a Incêndios, Acionadores Manuais de Alarme de Incêndio, Acessórios para Mangueiras de Incêndio, Alarmes de Incêndio e mais outras 258 categorias

Sorocaba - SP
1-10 funcionários
Croma Tecnologia - Suprimentos e Equipamentos de Ti

Fornece: Administração de Condomínios, Administração de Imóveis, Administração de Obras, Administração de Projetos em Biotecnologia e mais outras 3704 categorias

Brasília - DF
Desde 2019
11-50 funcionários
Rotta Xavier - Ppci, Prevenção de Incêndios

Fornece: Abafadores de Fogo, Abrigos para Extintores, Acessórios de Combate a Incêndios, Acessórios para Extintores e mais outras 555 categorias

Porto Alegre - RS
Desde 2020
1-10 funcionários
Cgs Soluções - Redes Estruturadas e Controle de Acesso

Fornece: Cabos para Redes e Estruturadas, Instalação de Sistemas de CFTV, Manutenção de CFTV, Acionadores Manuais de Alarme de Incêndio e mais outras 690 categorias

Rio de Janeiro - RJ
Desde 2021
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que são centrais eletroímã para portas corta-fogo e para que servem?

Centrais eletroímã para portas corta-fogo são dispositivos utilizados para manter portas de segurança abertas ou fechadas automaticamente, liberando-as em caso de incêndio. Elas aumentam a segurança em edifícios comerciais, indústrias e hospitais ao garantir que as portas corta-fogo funcionem conforme necessário, facilitando evacuação e evitando a propagação de fogo e fumaça. Esse sistema é amplamente adotado em rotas de fuga e áreas de circulação intensiva, atendendo a requisitos de segurança predial e normas vigentes em construção civil.

Quais são os principais tipos de centrais para portas corta-fogo disponíveis no mercado?

Existem basicamente duas categorias principais: modelos independentes, que atuam de forma autônoma, e modelos integráveis, projetados para conexão com sistemas de detecção de incêndio já existentes no edifício. Os dispositivos podem variar em capacidade de retenção, tamanho do eletroímã, e recursos como sensores de temperatura ambiente ou bateria de backup. A escolha depende do fluxo de pessoas, da quantidade de portas e das exigências técnicas do imóvel corporativo ou industrial.

Como funciona a instalação de uma central eletroímã em portas corta-fogo?

A instalação envolve a fixação do eletroímã e da chapa metálica correspondente na folha da porta e na parede adjacente, garantindo alinhamento adequado para o bloqueio magnético. Em edifícios comerciais, é recomendada a instalação por profissionais capacitados, já que a integração ao sistema de alarme de incêndio requer conhecimento sobre ligação elétrica, aterramento e testes funcionais. Após instalada, deve ser testada periodicamente para garantir liberação total em emergências.

Por quanto tempo um eletroímã pode manter uma porta corta-fogo aberta em operação contínua?

Os eletroímãs de retenção projetados para portas corta-fogo podem manter a porta na posição aberta por tempo indefinido, desde que energizados e dentro das especificações elétricas de fábrica. Muitos modelos contam com baixo consumo de energia, variando entre 2,5 W e 7 W por unidade, o que permite funcionamento 24 horas por dia sem risco de desgaste prematuro. A liberação ocorre rapidamente quando há corte de energia ou acionamento do sistema de incêndio.

Quais setores costumam utilizar centrais eletroímã em seus projetos?

Centrais com retenção magnética para portas corta-fogo são comumente utilizadas em edifícios comerciais, hospitais, escolas, indústrias, shopping centers e hotéis. Esses setores priorizam fluxos seguros e rápida evacuação em situações críticas. Além disso, são exigidas em projetos que seguem diretrizes de gerenciamento de risco, onde a integridade das rotas de fuga representa um fator determinante para obtenção de alvarás e laudos de segurança predial.

Qual a diferença entre portas corta-fogo com sistema eletromagnético e sistemas mecânicos tradicionais?

Portas com retenção magnética oferecem abertura controlada e fechamento automático em emergências sem intervenção manual, já as soluções mecânicas usam travas físicas que demandam acionamento humano ou liberações mecânicas. O sistema eletromagnético permite integração a alarmes de incêndio, centralizando o controle e aumentando a eficiência no bloqueio de áreas durante situações críticas. Essa automação também reduz riscos de falha operacional e facilita a circulação em horários normais.

Como deve ser feita a manutenção preventiva em centrais eletroímã para portas corta-fogo?

A manutenção preventiva inclui inspeção visual periódica do eletroímã, teste de liberação automática, limpeza de componentes magnéticos para evitar acúmulo de resíduos e verificação das conexões elétricas. Recomenda-se realizar checklist funcional a cada seis meses, mas a frequência pode ser maior em ambientes de alto fluxo. A substituição de peças deve seguir orientações do fabricante, sempre por técnicos habilitados, garantindo confiabilidade e cumprimento das normas aplicáveis.