Encontramos 22 fornecedores de Centrais de Refrigeração

Polo Norte Refrigeração

Fornece: Acessórios para Refrigeração, Climatizadores Industriais, Componentes Eletrônicos, Componentes para Refrigeração e mais outras 187 categorias

São Paulo - SP
11-50 funcionários
Climatiza Rio

Fornece: Acessórios para Refrigeração, Bombas para Refrigeração, Bobinas para Válvulas de Refrigeração, Centrais de Refrigeração e mais outras 370 categorias

Duque de Caxias - RJ
1-10 funcionários

Exibindo 21 a 22 de 22 fornecedores

Perguntas Frequentes

O que são centrais de refrigeração e para que servem em ambientes corporativos?

Centrais de refrigeração são sistemas responsáveis por gerar e distribuir frio para ambientes industriais, comerciais ou grandes instalações, como supermercados e centros logísticos. Elas centralizam a produção de frio, fornecendo energia térmica para múltiplas câmaras ou áreas climatizadas. Empresas utilizam esses equipamentos para conservar produtos perecíveis, assegurar processos industriais que dependem de temperatura controlada e otimizar a eficiência energética em operações de grande porte.

Quais os principais tipos de centrais de refrigeração disponíveis no mercado?

No mercado B2B, os principais tipos de centrais de refrigeração são as centrais com compressores alternativos, parafuso ou scroll. Cada tipo atende a demandas específicas de capacidade e eficiência, sendo escolhidos conforme o volume de produtos a refrigerar e o perfil de uso da empresa. É comum encontrar versões modulares ou customizadas, permitindo integração com sistemas já existentes em indústrias ou estabelecimentos comerciais.

Como escolher a central de refrigeração adequada para indústrias ou supermercados?

Para selecionar uma central de refrigeração adequada, deve-se considerar fatores como capacidade de refrigeração necessária, exigências de temperatura, consumo energético e espaço disponível para instalação. Indústrias e supermercados devem analisar o perfil da carga térmica, fluxo de produtos e possíveis expansões futuras. Consultar engenheiros especializados e fornecedores experientes é fundamental para dimensionar corretamente o sistema e garantir performance, durabilidade e economia operacional.

Quais setores utilizam centrais de refrigeração em suas operações?

Setores como indústria alimentícia, farmacêutica, logística, agroindústria e varejo de grande porte fazem amplo uso de centrais de refrigeração. Esses sistemas são essenciais para o armazenamento, processamento e transporte de produtos sensíveis à temperatura. Empresas que operam câmaras frias, centros de distribuição ou produção em larga escala dependem de soluções centralizadas para manter a qualidade e conformidade de seus processos.

Quais normas ou certificações devem ser atendidas por uma central de refrigeração?

Centrais de refrigeração destinadas ao mercado corporativo devem atender normas técnicas como a ABNT NBR 16069, que trata de sistemas de refrigeração, e seguir diretrizes de segurança para gases refrigerantes definidas por órgãos de controle. Além disso, alguns setores exigem certificações para garantia de qualidade e adequação ambiental, como o uso de fluidos refrigerantes regulamentados pelo Protocolo de Montreal ou Inmetro, se aplicável ao equipamento.

Quais cuidados são necessários na instalação de centrais de refrigeração em empresas?

A instalação de centrais de refrigeração requer análise detalhada do local, verificação da infraestrutura elétrica e mecânica e definição de pontos de acesso para manutenção. O planejamento deve prever fácil circulação de ar, isolamento térmico e acesso seguro para intervenções técnicas. Sempre recomenda-se contratação de equipes especializadas para garantir a correta implementação, evitar vazamentos de gás refrigerante e cumprir exigências normativas do setor.

Há diferença entre centrais de refrigeração para uso industrial e comercial?

Sim, existem diferenças importantes entre centrais de refrigeração para uso industrial e comercial. As industriais geralmente possuem maior capacidade, suportam operação contínua e são desenhadas para integrar processos automatizados. Já as versões comerciais atendem demandas menores, com foco em eficiência e facilidade de manutenção. Ao escolher, é fundamental alinhar o tipo de central à natureza e ao porte da operação, avaliando especificações técnicas e flexibilidade de expansão.