Encontramos 4 fornecedores de Carburantes para Siderurgia

Arafer Indústria e Comércio de Produtos Siderúrgicos

Fornece: Transporte de Produtos Siderúrgicos, Assentos para Siderurgia, Barramentos para Siderurgia, Ferramentas para Siderurgia e mais outras 67 categorias

Araraquara - SP
Unimetal Indústria Comércio e Empreendimentos

Fornece: Beneficiamento de Finos de Coque Verde de Petróleo, Combustíveis Sólidos, Carburantes para Siderurgia, Processamento de Finos de Coque Verde e mais outras 14 categorias

Sorocaba - SP
Grupo Combustol & Metalpó

Fornece: Assentos para Siderurgia, Barramentos para Siderurgia, Carburantes para Siderurgia, Ferramentas para Siderurgia e mais outras 56 categorias

São Paulo - SP
Socer Brasil

Fornece: Carburantes para Siderurgia, Resinas Fumáricas, Resinas Maléicas, Resinas Fenólicas e mais outras 20 categorias

Salto - SP

Perguntas Frequentes

O que são carburantes para siderurgia e qual sua função nos processos industriais?

Carburantes para siderurgia são materiais utilizados para fornecer carbono durante o processo de produção de aço e ferro-gusa em altos-fornos e outros equipamentos siderúrgicos. Sua principal função é atuar como agente redutor, ajudando na conversão do minério de ferro em metal líquido, além de influenciar as propriedades do produto final. O uso correto desses carburantes é fundamental para garantir eficiência energética e qualidade metalúrgica nos ambientes industriais.

Quais tipos de carburantes são mais comuns nas siderúrgicas?

Os tipos mais comuns de carburantes utilizados em siderurgia incluem carvão mineral, coque metalúrgico, antracito e carbono vegetal. O coque é geralmente preferido em altos-fornos por sua alta concentração de carbono e resistência mecânica. O antracito e o carbono vegetal podem ser usados em processos alternativos ou como agentes complementares, dependendo das especificações técnicas da indústria e dos objetivos de produção.

Como escolher o tipo adequado de carburante para uma operação siderúrgica?

A escolha do carburante ideal depende de fatores como o tipo de processo siderúrgico (alto-forno, forno rotativo, forno elétrico), o custo, disponibilidade local, características físico-químicas e necessidades ambientais da empresa. Avaliar o teor de carbono fixo, teor de cinzas, voláteis e granulometria ajuda na seleção, garantindo desempenho produtivo, eficiência operacional e adequação às normas técnicas do setor siderúrgico.

Quais normas e certificações regulam carburantes para uso siderúrgico?

Os carburantes para siderurgia precisam atender a normas técnicas que estabelecem padrões de qualidade e segurança, como as normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e especificações de mercado global, como ASTM. Essas normas determinam limites para teores de enxofre, cinzas e umidade, além de requisitos ambientais. Empresas compradoras devem exigir documentação técnica e laudos analíticos de fornecedores qualificados.

Carburantes para siderurgia exigem cuidados especiais de manuseio em ambientes industriais?

Sim, alguns carburantes como o coque e o carvão mineral requerem cuidados de manuseio para evitar geração de poeira e riscos associados à combustão espontânea. O uso de equipamentos de proteção individual (EPI) é indicado no carregamento e transporte interno. Além disso, garantir o armazenamento em locais ventilados e protegidos da umidade contribui para manter as propriedades do material e segurança operacional.

Quais setores industriais utilizam carburantes para siderurgia em grande escala?

Os principais setores que utilizam carburantes para siderurgia em grande escala são siderúrgicas integradas, fundições, fabricantes de ferro-gusa, empresas de metalurgia e indústrias de produção de ligas ferrosas. Também podem ser empregados em setores de engenharia pesada e fabricação de equipamentos industriais, onde há a necessidade de obtenção e refino de metais a partir do minério de ferro.

Existe diferença entre os carburantes utilizados na indústria e os usados em processos artesanais?

Sim, carburantes industriais geralmente possuem especificações rigorosas quanto à composição química, granulometria e teor de impurezas, adaptados a processos de alta produtividade. Já em processos artesanais, como pequenas fundições, pode haver maior flexibilidade quanto à qualidade e tipo de produto. No ambiente corporativo, prioriza-se padronização para garantir eficiência, rendimento e conformidade regulatória na produção siderúrgica.