Encontramos 1 fornecedores de Cânulas para Traqueostomia

Badeia Comércio e Importação

Fornece: Sondas Hospitalares, Cateteres Intravenosos, Cânulas para Traqueostomia, Material Hospitalar e mais outras 32 categorias

São Paulo - SP

Perguntas Frequentes

O que são cânulas para traqueostomia e qual sua função principal?

Cânulas para traqueostomia são dispositivos médicos inseridos cirurgicamente na traqueia para manter as vias aéreas abertas e garantir a ventilação adequada. Seu uso é comum em pacientes submetidos à traqueostomia, seja de forma temporária ou permanente, em ambientes hospitalares e clínicas especializadas. Empresas do setor de saúde, como hospitais e distribuidores de materiais médicos, costumam adquirir essas cânulas para garantir suporte respiratório eficiente aos pacientes durante procedimentos ou tratamentos prolongados.

Quais são os principais tipos de cânulas para traqueostomia disponíveis?

Os principais tipos de cânulas para traqueostomia incluem modelos descartáveis e reutilizáveis, com cuff (balão) ou sem cuff, e com diferentes diâmetros e comprimentos. A escolha depende das necessidades clínicas do paciente e das recomendações médicas. Existem ainda versões fenestradas, que permitem a passagem parcial de ar pelas cordas vocais, facilitando a fala. Empresas do setor hospitalar devem avaliar atentamente o tipo mais adequado conforme cada indicação terapêutica.

Como escolher entre cânula para traqueostomia com cuff ou sem cuff?

A escolha entre cânula com cuff (balão insuflável) e sem cuff depende da necessidade de vedação das vias aéreas. As cânulas com cuff são indicadas para prevenir aspiração de secreções e ventilar pacientes sob pressão positiva. Modelos sem cuff permitem maior mobilidade de ar e são preferidos quando a proteção contra aspiração não é fundamental. Em hospitais e clínicas, a indicação deve considerar o quadro clínico e o plano de assistência respiratória de cada paciente.

Há normas técnicas ou certificações obrigatórias para cânulas para traqueostomia?

Sim, cânulas para traqueostomia devem seguir normas técnicas, como a regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) no Brasil, além de padrões internacionais como ISO 5366. Essas normas garantem a biossegurança, biocompatibilidade e desempenho dos dispositivos. Empresas distributoras e hospitais precisam adquirir apenas produtos regularizados, assegurando rastreabilidade e conformidade para minimizar riscos em ambientes clínicos e hospitalares.

Quais materiais são usados na fabricação de cânulas para traqueostomia e quais suas diferenças?

Cânulas para traqueostomia podem ser fabricadas em materiais como silicone, policloreto de vinila (PVC) ou metal. O silicone é flexível, confortável e menos irritante à mucosa, recomendado para uso prolongado. O PVC é transparente, facilitando o monitoramento de secreções, normalmente usado em aplicações de curto prazo. Modelos metálicos, geralmente inoxidáveis, são duráveis e utilizados em situações especiais. Cada material atende a necessidades clínicas e operacionais distintas em hospitais e clínicas.

Quais cuidados devem ser tomados durante o uso e troca da cânula de traqueostomia?

A instalação e troca de cânulas de traqueostomia exigem procedimentos assépticos rigorosos para prevenir infecções. É essencial a avaliação adequada do estado da pele ao redor do estoma, a fixação segura do dispositivo e o uso de lubrificantes apropriados quando recomendados. O treinamento de equipes de enfermagem e fisioterapia respiratória é fundamental em ambientes hospitalares, minimizando riscos e promovendo a segurança dos pacientes dependentes de suporte ventilatório.

Em que setores do mercado as cânulas para traqueostomia são mais utilizadas?

Cânulas para traqueostomia são utilizadas principalmente em hospitais, clínicas de cuidados intensivos, ambulatórios de reabilitação respiratória e centros cirúrgicos. Empresas que atendem o segmento de saúde, como distribuidoras de materiais médicos-hospitalares e revendedores, mantêm estoques para atendimento a esses estabelecimentos. O uso também ocorre em instituições de longa permanência para pacientes crônicos, demonstrando a importância no suporte à vida em múltiplos contextos clínicos.