Encontramos 5 fornecedores de Caldeiras de Recuperação

Ag Therm Caldeiras e Equipamentos

Fornece: Caldeiras de Recuperação, Vasos de Pressão para Ar Comprimido, Ventiladores Centrífugos, Caldeiras Flamotubulares (BGV) e mais outras 32 categorias

São José dos Campos - SP
Survey Caldeiras

Fornece: Acessórios para Caldeiras, Caldeiras, Caldeiras a Gás, Caldeiras a Lenha e mais outras 185 categorias

Contagem - MG
Santofer Ferros e Perfilados

Fornece: Acessórios para Caldeiras, Alimentadores Automáticos de Toras para Caldeiras, Caldeiras, Caldeiras a Gás e mais outras 86 categorias

Nova Odessa - SP
Age Comércio e Serviços

Fornece: Assessoria em Vendas, Acessórios para Caldeiras, Caldeiras, Caldeiras a Gás e mais outras 83 categorias

Eusébio - CE
Tauscher Group - Controle Térmico Industrial

Fornece: Manutenção de Trocadores de Calor, Limpadores Químicos para Condensadores e Trocadores de Calor, Trocadores de Calor de Aço Inox, Trocadores de Calor Óleo-Água e mais outras 612 categorias

Diadema - SP
Desde 2024
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que são caldeiras de recuperação e para que servem?

Caldeiras de recuperação são equipamentos industriais projetados para aproveitar o calor residual gerado por processos como a queima de biomassa ou resíduos industriais, convertendo esse calor em vapor para uso em geração de energia ou processos produtivos. Elas são comuns em indústrias de papel e celulose, siderúrgicas e químicas, onde a eficiência energética é fundamental e o reaproveitamento de calor contribui para economia e sustentabilidade ambiental.

Quais são os principais tipos de caldeiras aplicadas em processos industriais?

Os principais tipos de caldeiras utilizadas para recuperação térmica incluem as de tubos de água e as de tubos de fogo. As de tubos de água são indicadas para altas pressões e grandes vazões de vapor, comuns em grandes plantas industriais. Já as de tubos de fogo são mais simples, ideais para menores demandas. A escolha depende do volume de calor recuperado e das necessidades do processo.

Em quais setores industriais as caldeiras de recuperação são mais empregadas?

Esses equipamentos são largamente empregados em setores como papel e celulose, metalurgia, petroquímica e sucroalcooleiro. Nesses segmentos, o reaproveitamento do calor residual contribui significativamente para reduzir custos energéticos e emissões, tornando os processos mais eficientes e alinhados a práticas de sustentabilidade.

Quais normas técnicas regulam a utilização dessas caldeiras no Brasil?

No Brasil, a principal norma aplicável para segurança e projeto desses equipamentos é a NR-13, que trata de caldeiras e vasos de pressão, estabelecendo requisitos para instalação, operação, manutenção e inspeção. Além disso, normas como a ASME (American Society of Mechanical Engineers) são frequentemente utilizadas como referência técnica em projetos e certificações internacionais.

Como é feita a manutenção preventiva desse tipo de caldeira?

A manutenção preventiva inclui inspeção periódica dos tubos, limpeza das superfícies internas para evitar incrustações e verificação dos sistemas de segurança, como válvulas e sensores. Realizar esses procedimentos em intervalos definidos aumenta a vida útil dos equipamentos, minimiza riscos operacionais e garante o rendimento térmico esperado no processo industrial.

Quais fatores influenciam diretamente a eficiência energética dessas caldeiras?

A eficiência depende do aproveitamento máximo do calor residual, do projeto dos trocadores de calor e da qualidade do isolamento térmico. Também é impactada pelo controle adequado dos fluxos de gases e vapor. Investir em tecnologias de monitoramento e automação pode melhorar ainda mais o desempenho desses sistemas ao longo do tempo.

Existe diferença entre caldeira de recuperação e caldeira convencional?

Sim, a principal diferença está na fonte de calor utilizada. Caldeiras convencionais geram calor a partir da queima direta de combustíveis, enquanto as de recuperação aproveitam o calor já existente nos gases residuais de outros processos industriais. Essa característica proporciona ganhos de eficiência e sustentabilidade que não são obtidos em caldeiras tradicionais.