Encontramos 3 fornecedores de Calcário Dolomítico

Grupo Ravelllu

Fornece: Defensivos Agrícolas, Adubos Químicos, Fertilizantes Agrícolas Líquidos, Fertilizantes à Base de Nitrogênio e mais outras 41 categorias

Presidente Venceslau - SP
Desde 2018
1-10 funcionários
Molekula Brasil - Produtos Químicos

Fornece: Balanças Analíticas, Estufas Bacteriológicas, Lâmpadas para Espectrofotômetros, Repipetadores e mais outras 578 categorias

Jaguariúna - SP
1-10 funcionários
Goias Filler - Industrial Nutricional

Fornece: Calcário Agrícola, Produtos para a Correção de Solo, Calcário Calcítico, Calcário Dolomítico e mais outras 28 categorias

Goiânia - GO
Desde 1972

Perguntas Frequentes

O que é calcário dolomítico e para que serve?

O calcário dolomítico é um tipo de mineral composto por carbonato de cálcio e magnésio, utilizado principalmente na correção da acidez do solo em setores agrícolas e industriais. Empresas que atuam na produção agrícola ou na fabricação de fertilizantes usam esse insumo para elevar o pH do solo e fornecer nutrientes essenciais às plantas. Além disso, pode ser aplicado em processos industriais, como fundição, controle ambiental e fabricação de vidro.

Quais as principais diferenças entre calcário dolomítico e calcítico?

A principal diferença entre calcário dolomítico e calcítico está na composição. O dolomítico possui níveis mais elevados de magnésio, enquanto o calcítico tem concentração maior de cálcio. A escolha do tipo ideal depende da análise do solo e da necessidade de cada empresa agrícola ou industrial. O dolomítico é preferido em solos deficientes em magnésio, proporcionando equilíbrio nutricional às culturas e maior eficiência agronômica.

Como é feita a aplicação de calcário dolomítico em larga escala?

A aplicação de calcário dolomítico em grandes áreas normalmente utiliza equipamentos específicos, como distribuidores acoplados a tratores. Este método garante a uniformidade da correção do solo, fundamental para empresas agrícolas que buscam maior produtividade. O planejamento da aplicação é importante para evitar desperdício e garantir que o insumo atue de forma eficiente no ajuste do pH e no fornecimento de cálcio e magnésio.

Existem normas ou especificações técnicas para uso de calcário dolomítico?

Sim, o uso do calcário dolomítico no Brasil segue normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, que determinam requisitos mínimos para teor de cálcio, magnésio e finura do produto. Empresas fornecedoras devem garantir que o insumo esteja de acordo com essas especificações, certificando a eficiência do produto nos processos agrícolas e produtivos em que será utilizado. Recomenda-se sempre consultar a ficha técnica do fornecedor antes da compra.

Quais empresas ou setores utilizam calcário dolomítico regularmente?

O calcário dolomítico é largamente utilizado por empresas do agronegócio, indústrias de fertilizantes, mineradoras, empreendimentos de construção civil e fundições. Usinas sucroalcooleiras e complexos agroindustriais também estão entre os grandes consumidores. Para setores industriais, seu uso está presente na neutralização de resíduos e na formulação de produtos derivados de carbonato de cálcio e magnésio.

Como escolher um fornecedor de calcário dolomítico para negócios?

Empresas que buscam fornecedores de calcário dolomítico devem avaliar certificações de qualidade, logística de entrega e capacidade de fornecimento em volumes elevados. É recomendável estabelecer parcerias com fabricantes consolidados ou distribuidores com presença regional, garantindo fornecimento contínuo para demandas de grandes fazendas, indústrias ou revendas especializadas. Verificar histórico de atendimento e suporte técnico é fundamental para operações corporativas.

O calcário dolomítico apresenta variações em granulometria e pureza?

Sim, o calcário dolomítico pode ser fornecido em diferentes granulometrias, desde pó fino até versões granulares, influenciando a solubilidade e rapidez de ação no solo. A taxa de pureza, especialmente teores de cálcio e magnésio, também varia conforme a origem e o processo de beneficiamento. Empresas devem analisar a granulometria mais adequada ao tipo de aplicação e buscar produtos com laudo técnico que informem a composição química detalhada.