Encontramos 24 fornecedores de Café Verde em Grãos
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Fornece: Alimentos com Certificação BIODINÂMICA, Café Verde em Grãos, Café Torrado em Grãos, Café Orgânico Torrado e Moído e mais outras 29 categorias
Fornece: Café Verde em Grãos, Café Torrado em Grãos, Café Torrado e Moído, Café em Cápsulas Compatíveis com NESPRESSO e mais outras 49 categorias
Fornece: Café Colonial, Café Verde em Grãos, Café Torrado em Grãos, Café Gourmet e mais outras 55 categorias
Fornece: Café Verde em Grãos, Café Torrado em Grãos, Café Solúvel, Café Solúvel a Granel e mais outras 38 categorias
Exibindo 21 a 24 de 24 fornecedores
Perguntas Frequentes
O que é o café verde em grãos e para que serve no mercado corporativo?
Café verde em grãos é o nome dado ao café cru, sem passar pelo processo de torra. No setor B2B, é fundamental para empresas que atuam com torrefação própria, blending personalizado ou pesquisa de sabores. Indústrias alimentícias e fabricantes de suplementos também utilizam o grão para produção de extratos e ingredientes naturais. Por não ser torrado, preserva propriedades químicas que podem ser interessantes para diferentes aplicações industriais.
Quais são os principais tipos de café verde disponíveis para empresas?
O café não torrado pode ser encontrado em diferentes variedades, sendo as mais conhecidas o arábica e o robusta (conilon). Cada tipo oferece características específicas de sabor, acidez e rendimento. Empresas podem escolher a variedade de acordo com o perfil sensorial desejado ou necessidades de produção. Fatores como origem do grão e altitude também influenciam a qualidade e o uso final em processos industriais ou comerciais.
Existe alguma norma técnica ou certificação importante para o café verde em grãos?
Sim, para transações comerciais e industriais, o grão cru pode seguir padrões internacionais como os estabelecidos pela SCA (Specialty Coffee Association) e pela ABIC no Brasil, que classificam aspectos de qualidade, safra e métodos de processamento. Além disso, certificações como Fairtrade e Rainforest Alliance podem ser demandadas em operações que valorizam práticas socioambientais. Essas normas ajudam a garantir uniformidade e segurança na cadeia de suprimentos.
Como deve ser feito o armazenamento do café não torrado em operações empresariais?
O armazenamento correto do grão cru exige ambiente fresco, seco e protegido da luz, evitando variações extremas de temperatura e umidade. Wilas de armazenamento adequadas ajudam a evitar mofo, deterioração e infestação por pragas. Recomenda-se acondicionar em sacos de juta ou material transpirável, sobre pallets, com controle de ventilação. Assim, preserva-se a integridade e qualidade do produto até o momento do uso industrial ou comercial.
Quais fatores impactam o rendimento industrial do café verde em grãos?
O rendimento em processos industriais depende de características como teor de umidade (idealmente entre 11% e 12%), densidade e uniformidade do grão. Grãos bem beneficiados oferecem melhor performance tanto em torrefação quanto em extração de compostos. Impurezas ou defeitos podem prejudicar máquinas e comprometer a padronização na produção, afetando custos e perdas ao longo dos processos industriais de grande escala.
Em quais setores empresariais é mais comum o uso do grão cru de café?
O grão não torrado é amplamente utilizado por torrefadoras, cafeterias industriais, fabricantes de bebidas energéticas e empresas de suplementos alimentares. Pesquisas em indústrias farmacêuticas e de cosméticos também empregam extratos derivados do café nesse estado. Além disso, grandes distribuidores e exportadores operam com o produto cru para atender mercados internacionais com requisitos específicos de qualidade e processamento.
Quais vantagens o grão cru oferece em comparação ao café já torrado na cadeia de abastecimento?
O principal benefício do grão não torrado está na flexibilidade e vida útil maior, já que conserva suas propriedades frescas por mais tempo do que o produto torrado, que pode oxidar rapidamente. Para empresas, isso permite personalizar a torra segundo preferências e necessidades de mercado, além de reduzir perdas por deterioração. Também facilita o transporte em grandes volumes, sem comprometer o potencial de qualidade do café final.