Encontramos 3 fornecedores de Bolsas para Seladoras a Vácuo

América Embalagens e Artigos de Festas

Fornece: Adesivos para Plásticos, Bandejas de Alumínio para Embalagens, Bandejas para Embalagens, Barbantes e Cordas para Embalagens e mais outras 130 categorias

Goiânia - GO
Serpa Embalagens

Fornece: Abraçadeiras, Lacres de Plástico, Lacres para Cargas, Lacres para Malotes e mais outras 1543 categorias

Blumenau - SC
Epiltec - Válvulas Industriais e Purgadores

Fornece: Válvulas Esfera, Purgadores de Água, Válvulas de Alívio, Válvulas de Segurança e mais outras 80 categorias

Rio de Janeiro - RJ

Perguntas Frequentes

O que são bolsas para seladoras a vácuo e para que servem?

Bolsas para seladoras a vácuo são embalagens desenvolvidas para o armazenamento e conservação de alimentos, matérias-primas ou produtos industriais ao remover o ar interno durante o processo de selagem. Elas garantem proteção contra contaminação e oxidação, prolongando a validade dos itens embalados. Utilizadas amplamente em setores como alimentício, farmacêutico e industrial, essas bolsas permitem manter qualidade, facilitar transporte e otimizar a logística de armazenagem em operações empresariais ou industriais.

Quais tipos de bolsas para seladoras a vácuo existem no mercado?

Há diversos tipos de bolsas para seladoras a vácuo, incluindo modelos lisos, gofrados (com textura) e de alta barreira. As lisas são ideais para máquinas de câmara, enquanto as gofradas são recomendadas para seladoras externas. Bolsas de alta barreira oferecem proteção extra contra gases e umidade, atendendo demandas industriais ou alimentícias mais rigorosas. O formato e espessura variam conforme a necessidade do produto, como armazenamento de grãos, carnes, componentes eletrônicos ou insumos industriais.

Quais são os principais materiais utilizados nessas bolsas?

Os principais materiais utilizados na fabricação dessas bolsas são o polietileno (PE) e o poliamida (PA). O PE proporciona boa flexibilidade e selagem eficiente, enquanto o PA confere resistência mecânica e proteção contra gases. A combinação desses polímeros resulta em embalagens mais seguras para conservação de alimentos, produtos farmacêuticos e insumos industriais, sendo escolhida conforme a finalidade e as características do produto embalado.

Bolsas para seladoras a vácuo possuem normas ou certificações técnicas obrigatórias?

Sim, bolsas para seladoras a vácuo destinadas ao setor alimentício ou farmacêutico devem seguir normas de segurança alimentar, atestando que seus materiais são apropriados para contato direto com alimentos e fármacos. Esses requisitos podem incluir certificações sanitárias nacionais (Anvisa) e padrões internacionais, dependendo da aplicação e do mercado atendido. Sempre é recomendado a verificação da conformidade junto ao fornecedor.

Como empresas podem escolher o modelo ideal para suas operações?

Empresas devem considerar o tipo de produto a ser embalado, volume de produção, requisitos de armazenamento e necessidades logísticas ao escolher o modelo ideal. É importante avaliar a espessura, largura, comprimento e resistência das bolsas. Para operações industriais ou grandes volumes, recomenda-se negociar diretamente com fabricantes ou distribuidores especializados para garantir fornecimento contínuo e adequado às demandas do negócio.

Quais setores industriais utilizam bolsas para seladoras a vácuo em seus processos?

Setores como alimentício, farmacêutico, eletrônico e químico utilizam essas bolsas em larga escala para embalar produtos, matérias-primas ou insumos. Na indústria alimentícia, preservam carnes, queijos e grãos. No setor eletrônico, podem ser usadas para proteção de componentes sensíveis. Indústrias químicas se beneficiam da barreira contra umidade e oxidação para acondicionar reagentes ou aditivos.

Há diferenças técnicas entre bolsas lisas e gofradas?

Sim, bolsas lisas possuem superfície uniforme, sendo recomendadas para seladoras de câmara, ideais para processos industriais de maior escala. As bolsas gofradas têm textura que facilita a retirada de ar em seladoras externas, comuns em pequenas empresas ou estabelecimentos alimentícios. Ambas podem ser compostas por materiais similares, mas a escolha depende da compatibilidade com o equipamento e do tipo de aplicação.