Encontramos 1 fornecedores de Blindagem Eletrônica

Autech Engenharia Eletrônica

Fornece: Projetos de Automação Industrial, Conversores, Escritório de Engenharia, Hardware e mais outras 80 categorias

Novo Hamburgo - RS

Perguntas Frequentes

O que é blindagem eletrônica e para que serve?

Blindagem eletrônica refere-se a técnicas e materiais usados para proteger equipamentos e sistemas contra interferências eletromagnéticas (EMI). No ambiente corporativo, é essencial para garantir o desempenho estável de circuitos, redes industriais e equipamentos sensíveis, evitando falhas causadas por ruídos eletromagnéticos. Sua aplicação envolve desde painéis de controle até salas limpas e centros de dados, proporcionando segurança operacional tanto para indústrias quanto para empresas que utilizam aparelhos eletrônicos críticos em suas operações.

Quais são os tipos mais comuns de blindagem eletrônica disponíveis no mercado?

Entre os principais tipos de blindagem eletrônica estão as mantas metálicas, fitas condutivas, caixas de Faraday e revestimentos condutivos para gabinetes e cabos. Esses modelos variam conforme a intensidade e frequência do ruído a ser mitigado. Empresas devem considerar a aplicação e o ambiente para definir o material adequado, seja alumínio, cobre ou nanomateriais condutivos, especialmente em instalações industriais ou redes de comunicação sensíveis à interferência.

Como é feita a instalação da blindagem eletrônica em ambientes corporativos?

A instalação da blindagem eletrônica requer análise prévia dos pontos de maior suscetibilidade à interferência eletromagnética. Técnicos especializados costumam aplicar mantas, fitas ou revestimentos condutivos próximos a circuitos críticos, gabinetes e cabos. Em empresas e indústrias, o processo deve seguir os requisitos do projeto elétrico e considerações de aterramento, assegurando a efetividade sem comprometer o acesso para manutenção dos sistemas protegidos.

Quais normas técnicas regulam a aplicação de blindagem eletrônica no Brasil?

No Brasil, a aplicação de blindagem eletrônica se baseia principalmente em normas como a ABNT NBR IEC 61000 e especificações internacionais da série IEC 61326, que tratam de compatibilidade eletromagnética. Essas regras estabelecem critérios para o desempenho de equipamentos e sistemas eletrônicos em ambientes sujeitos a distúrbios eletromagnéticos, sendo referência para projetos industriais, data centers e empresas do setor de tecnologia e automação.

Quando a blindagem eletrônica é indicada para empresas e indústrias?

A blindagem eletrônica é recomendada quando há risco de interferência eletromagnética afetar sistemas críticos, como redes de automação, equipamentos hospitalares, telecomunicação ou linhas de produção automatizadas. Empresas que atuam em ambientes com alta densidade de equipamentos eletrônicos ou próximos a fontes de grande emissão de EMI devem avaliar a implantação para evitar falhas, aumentar a segurança operacional e preservar a integridade dos seus processos.

Quais setores do mercado utilizam blindagem eletrônica em larga escala?

Blindagem eletrônica é adotada principalmente por setores industriais, hospitais, companhias de telecomunicações, data centers, fabricantes de equipamentos eletrônicos e integradores de automação. Esses segmentos demandam alta confiabilidade e precisão nos sistemas, tornando essencial a proteção contra interferências eletromagnéticas. Empresas revendedoras e projetistas também buscam soluções de blindagem para comercializar junto a clientes corporativos nessas áreas.

Qual a diferença entre materiais usados na blindagem eletrônica, como cobre e alumínio?

A principal diferença entre cobre e alumínio na blindagem eletrônica está na condutividade elétrica e eficácia contra diferentes frequências de EMI. O cobre possui alta condutividade e é mais eficiente para bloquear sinais de baixa e média frequência, sendo preferido em ambientes industriais sensíveis. O alumínio, apesar de mais leve e econômico, oferece boa proteção em aplicações gerais, sendo adequado para empresas que buscam soluções de custo mais baixo sem grandes exigências técnicas.