Encontramos 2 fornecedores de Banhos de Refrigeração para Laboratório
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Fornece: Componentes para Refrigeração, Banhos de Refrigeração, Bebedouros Refrigerados, Bobinas para Válvulas de Refrigeração e mais outras 244 categorias
Fornece: Agitadores Magnéticos, Evaporadores, Trocadores de Calor, Banhos de Refrigeração e mais outras 766 categorias
Perguntas Frequentes
O que são banhos de refrigeração para laboratório e para que servem?
Banhos de refrigeração para laboratório são equipamentos que mantêm líquidos em temperaturas controladas abaixo do ambiente, utilizando sistemas de resfriamento precisos. São essenciais em processos laboratoriais que exigem controle térmico rigoroso, como reações químicas, testes de viscosidade e calibragem de instrumentos. Empresas do setor químico, farmacêutico e alimentício costumam utilizar esses banhos para garantir a estabilidade e precisão em procedimentos ou análises sensíveis à temperatura.
Quais os principais tipos de banhos de refrigeração para laboratório disponíveis?
Existem diversos tipos de banhos de refrigeração para laboratório, sendo os mais comuns os banhos circuladores, banhos recirculadores e banhos termostáticos. Os circuladores promovem movimentação do líquido para manter temperatura homogênea, enquanto modelos recirculadores podem ser integrados a outros equipamentos. Alguns modelos trazem controle digital, resfriamento por compressor ou Peltier e faixas de temperatura variadas. A escolha depende da aplicação e da precisão necessária no processo laboratorial.
Quais setores industriais utilizam banhos de refrigeração para laboratório?
Banhos de refrigeração para laboratório são utilizados por indústrias farmacêuticas, químicas, alimentícias, cosméticas, petroquímicas e de pesquisa. Esses setores dependem do controle térmico para análises, desenvolvimento de produtos e garantia de qualidade, realizando testes que exigem temperaturas estáveis. Empresas de controle de qualidade e centros de pesquisa também fazem uso intensivo desses equipamentos em processos de validação e calibração de instrumentos laboratoriais.
Como escolher o modelo ideal de banho de refrigeração para laboratório para minha empresa?
A escolha do banho de refrigeração para laboratório depende do volume do líquido, faixa de temperatura necessária, precisão desejada e compatibilidade química com os materiais em contato. Para uso empresarial ou industrial, é importante considerar a capacidade de resfriamento (em watts ou BTUs), controle digital e facilidade de integração com outros aparelhos. Consultar as especificações técnicas e aplicações indicadas ajuda a definir o equipamento para o perfil da operação.
É necessário instalar o banho de refrigeração para laboratório em local específico?
Os banhos de refrigeração para laboratório devem ser instalados em superfícies niveladas, com ventilação adequada próxima à fonte de energia elétrica. O ambiente deve ser livre de poeira excessiva e com controle de temperatura ambiente para assegurar a máxima eficiência do resfriamento. Em uso industrial ou de grande porte, recomenda-se verificar a necessidade de pontos de drenagem e adaptação elétrica conforme a potência do equipamento adquirido.
Quais normas técnicas regulam banhos de refrigeração para laboratório no Brasil?
Normalmente, banhos de refrigeração para laboratório devem atender normas da ABNT ou de órgãos internacionais, como IEC ou ISO, para garantir segurança elétrica e desempenho térmico. Em setores regulados, como o farmacêutico, pode haver exigência de calibração regular e rastreabilidade dos equipamentos, seguindo padrões específicos de qualidade e conformidade. Recomenda-se confirmar com o fornecedor sobre certificações e atender a exigências setoriais específicas sempre que aplicável.
Qual a manutenção recomendada para banhos de refrigeração em laboratórios industriais?
A manutenção dos banhos de refrigeração para laboratório geralmente inclui limpeza periódica dos componentes internos, checagem do fluido térmico e inspeção de conexões elétricas ou hidráulicas. Para empresas industriais, é importante agendar revisões preventivas para prevenir falhas e garantir a precisão térmica. Trocar filtros e verificar sensores de temperatura também contribuem para a durabilidade e eficiência do equipamento nas operações laboratoriais de rotina.