Encontramos 4 fornecedores de Banha de Coco para Indústria Alimentícia

Guimarães Alimentos

Fornece: Doces Enlatados, Balas Mastigáveis, Biscoito de Polvilho Salgado, Biscoitos Doces e mais outras 293 categorias

Santo Antônio da Patrulha - RS
Vila Ervas e Alimentos

Fornece: Alimentos Naturais, Alimentos Orgânicos, Açúcar de Coco, Alimentos Funcionais e mais outras 1239 categorias

Vila Velha - ES
11-50 funcionários
Coco do Vale

Fornece: Coco Verde, Coco Ralado, Coco Ralado Adoçado, Flocos de Coco Integral e mais outras 109 categorias

Recife - PE
Desde 2003
500+ funcionários
Ybi Brazil - Óleos Essenciais

Fornece: Óleos Naturais, Óleo de Palmiste Orgânico, Extratos Glicerinados, Extratos Glicólicos e mais outras 984 categorias

Vinhedo - SP
Desde 2007
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é banha de coco para indústria alimentícia e para que serve?

Banha de coco para indústria alimentícia é uma gordura vegetal extraída do coco, amplamente utilizada como insumo em processos produtivos de alimentos. Ela atua no preparo de margarina, biscoitos, confeitaria, massas e frituras industriais devido ao seu ponto de fusão estável e sabor neutro. Seu uso é preferido em receitas que requerem gordura vegetal sem sabor marcante, contribuindo para textura, maciez e conservação do produto final.

Quais tipos de banha de coco estão disponíveis para uso industrial?

No mercado industrial, a banha de coco pode ser encontrada nas versões refinada, hidrogenada e não hidrogenada. A banha refinada é mais empregada em processos alimentícios devido ao sabor e odor neutros, garantindo padronização nos produtos finais. Já a versão hidrogenada apresenta uma textura mais firme, adequada para margarinas e cremes. A escolha depende do perfil lipídico desejado em cada aplicação alimentar.

Existem normas ou certificações para o uso de banha de coco na indústria alimentícia?

Sim, o uso de banha de coco na indústria alimentícia no Brasil segue regulamentação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que estabelece padrões microbiológicos e limites para contaminantes. É recomendável a escolha de fornecedores que sigam Boas Práticas de Fabricação (BPF) e apresentem certificações opcionais, como ISO 22000 ou FSSC 22000, garantindo qualidade e conformidade com exigências do setor alimentício.

Qual a diferença entre banha de coco e outros tipos de gordura vegetal usados pela indústria alimentícia?

A principal diferença está no perfil de ácidos graxos. A banha de coco possui alta concentração de triglicerídeos de cadeia média, o que confere estabilidade térmica e maior resistência à oxidação em processos industriais. Em comparação a outras gorduras vegetais, como óleo de soja ou palma, proporciona textura diferenciada e prolonga a vida útil de produtos de panificação e confeitaria, sendo uma opção para formulas livres de gordura trans.

Em quais segmentos da indústria alimentícia a banha de coco é mais utilizada?

Banha de coco é empregada principalmente em indústrias de panificação, confeitaria, sorvetes, chocolates, biscoitos e massas. Também apresenta aplicação em frituras industriais e preparo de margarinas. Seu perfil lipídico neutro e ponto de fusão estável tornam o produto valioso para processos industriais que exigem padronização, estabilidade e maior shelf-life, atendendo assim diversos segmentos alimentícios.

Como é feito o fornecimento de banha de coco para empresas e indústrias?

O fornecimento de banha de coco para empresas do setor alimentício ocorre geralmente em volumes industriais, como bombonas, tambores ou a granel, dependendo da demanda e da capacidade de produção da indústria. Revendedores, distribuidores e fabricantes atendem contratos recorrentes para garantir fornecimento contínuo, favorecendo negociações específicas para o perfil de consumo das empresas compradoras e indústrias de transformação alimentar.

Quais cuidados as empresas devem ter ao adquirir banha de coco para uso industrial?

Empresas devem garantir que a banha de coco possua procedência confiável, documentação sanitária em dia e laudos de análise físico-química. A escolha do fornecedor deve considerar padrões de qualidade, regularidade de entrega e atendimento às normas regulatórias da Anvisa. Ainda, é importante avaliar a compatibilidade do produto com o processo produtivo e buscar parceiros que ofereçam suporte técnico e informações específicas sobre aplicações alimentícias.