Encontramos 2 fornecedores de Bandejas Antiestáticas
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Fornece: Embalagens Blister, Embalagens Clamshell, Moldes para Blisters, Bandejas Antiestáticas e mais outras 384 categorias
Fornece: Moldes para Vacuum Forming, Embalagens Blister, Criação de Embalagens, Bandejas para Embalagens e mais outras 41 categorias
Perguntas Frequentes
O que são bandejas antiestáticas e para que servem?
Bandejas antiestáticas são recipientes projetados para armazenar, organizar e transportar componentes eletrônicos sensíveis à eletricidade estática. Elas evitam o acúmulo e a descarga de cargas elétricas, protegendo circuitos integrados, placas e dispositivos delicados. Indispensáveis em setores de montagem eletrônica, laboratórios e linhas de produção, também são muito utilizadas por empresas que fornecem insumos para indústrias ou atuam na revenda para clientes corporativos ligados à eletrônica.
Quais os tipos de bandejas antiestáticas mais comuns disponíveis no mercado?
Há diferentes tipos de bandejas antiestáticas, incluindo modelos condutivos, dissipativos e de proteção ESD (Electrostatic Discharge). As bandejas condutivas permitem que a carga elétrica seja rapidamente transferida à terra, enquanto as dissipativas controlam a dissipação de energia para evitar danos a componentes sensíveis. Estão disponíveis em vários tamanhos e formatos, com ou sem divisórias, para atender tanto indústrias quanto empresas revendedoras do setor eletrônico.
Quais setores industriais costumam utilizar bandejas antiestáticas?
A indústria eletrônica, de telecomunicações, automotiva e fabricantes de dispositivos médicos são os principais setores que utilizam bandejas antiestáticas. Empresas de montagem de placas, laboratórios de testes, centros de distribuição e integradores de sistemas também fazem uso regular. A proteção contra danos por descarga eletrostática torna esse produto fundamental para operações que envolvem manipulação ou armazenamento de componentes eletrônicos sensíveis.
Existe alguma norma técnica para bandejas antiestáticas?
Sim, bandejas antiestáticas utilizadas em ambientes corporativos costumam ser produzidas conforme normas internacionais como a ANSI/ESD S20.20, que define práticas de controle de eletricidade estática em áreas de manufatura eletrônica. Certificações ESD garantem que o material realmente oferece proteção adequada aos componentes sensíveis. Recomenda-se que as empresas verifiquem conformidade com tais normas ao adquirir bandejas antiestáticas para aplicações industriais ou laboratoriais.
Como escolher o material mais adequado para uma bandeja antiestática?
A escolha do material depende do tipo de proteção eletrostática requerida e do ambiente de uso. Plásticos condutivos e dissipativos são os mais comuns, oferecendo diferentes níveis de resistência elétrica. Para linhas de produção e manipulação intensiva, plásticos de alta durabilidade e fácil limpeza são mais indicados. Empresas devem considerar também a compatibilidade com outros processos industriais e requisitos de manuseio seguro de componentes eletrônicos.
Bandejas antiestáticas podem ser reutilizadas em diferentes etapas do processo produtivo?
Sim, bandejas antiestáticas são projetadas para suportar múltiplos ciclos de reutilização, podendo ser empregadas em diferentes etapas, como armazenamento, transporte interno e montagem. Essa característica reduz custos operacionais para empresas e indústrias, além de contribuir para processos produtivos mais ágeis. É importante garantir que as bandejas estejam limpas e em bom estado para manter a eficiência na proteção eletrostática dos componentes armazenados.
Qual a diferença entre uma bandeja comum e uma bandeja antiestática?
Enquanto bandejas comuns não oferecem proteção contra descarga eletrostática, as bandejas antiestáticas são fabricadas com materiais especiais capazes de evitar o acúmulo de cargas e proteger componentes eletrônicos sensíveis. Empresas do setor tecnológico e indústrias eletrônicas devem priorizar bandejas antiestáticas para reduzir riscos de danos, perdas e retrabalhos causados pela eletricidade estática em linhas de montagem e durante o transporte interno de peças.