Encontramos 2 fornecedores de Bafômetro Analógico para Frotas

Ideal Instrumentos de Medição

Fornece: Dosímetros Acústicos, Alicate Amperímetro, Acessórios para Instrumentos de Medição, Osciloscópios e mais outras 253 categorias

Bauru - SP
1-10 funcionários
Detectamax - Equipamentos de Segurança

Fornece: Detector de Metal Portátil, Etilômetros Analógicos (Bafômetros), Alarmes de Segurança, Distribuidor de Material de Segurança e mais outras 50 categorias

São Paulo - SP

Perguntas Frequentes

O que é um bafômetro analógico para frotas e para que serve?

O bafômetro analógico para frotas é um dispositivo utilizado para medir a concentração de álcool no ar expirado por motoristas profissionais. Ele é frequentemente empregado por empresas que controlam o consumo de álcool de colaboradores em operações de transporte, logística e serviços rodoviários. A utilização desses equipamentos visa aumentar a segurança, prevenindo acidentes causados por embriaguez ao volante e cumprindo políticas internas de segurança e saúde ocupacional.

Quais são os principais tipos de bafômetro disponíveis para uso em frotas corporativas?

Para frotas, há principalmente dois tipos: bafômetros analógicos e digitais. O analógico, foco desta categoria, utiliza reações químicas em ampolas para indicar a presença de álcool. Já o digital, mais moderno, emprega sensores eletrônicos. O modelo analógico é valorizado pela simplicidade, baixo custo e facilidade de operação em ambientes com grande volume de motoristas, sendo uma opção prática em rotinas corporativas de controle.

Como é feito o uso correto do bafômetro analógico em empresas de transporte?

O procedimento começa com o motorista soprando em um tubo conectado a uma ampola reagente. Se houver álcool no ar expirado, a substância muda de cor, indicando resultado positivo. Empresas devem garantir que os colaboradores recebam orientações claras e que o equipamento seja utilizado em locais arejados e por pessoal treinado, assegurando aferição correta, confiabilidade dos dados e alinhamento com protocolos internos de segurança.

Existem normas ou regulamentações para o uso de bafômetros analógicos em ambientes corporativos?

O uso de bafômetros no contexto empresarial é regido por normas trabalhistas e de segurança do trabalho, além de recomendações do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) para motoristas de transporte. Essas orientações focam em garantir que operadores sejam capacitados para coletar amostras de forma ética e segura, respeitando a privacidade dos colaboradores e assegurando procedimentos padronizados. É importante que as empresas estejam atentas à legislação vigente.

Quais setores costumam adotar o bafômetro analógico para controle de motoristas?

Setores como transporte rodoviário de cargas, logística, empresas de ônibus urbanos e fretamento, serviços de entrega e construção civil frequentemente utilizam o bafômetro analógico em suas rotinas. A aplicação visa promover segurança operacional e atender a políticas de prevenção de acidentes, protegendo colaboradores e terceiros, e mantendo conformidade com exigências legais ou de clientes quanto ao controle de alcoolemia.

Qual a diferença entre bafômetro analógico e o digital em termos de custo e manutenção?

O bafômetro analógico apresenta custo inicial mais baixo, não exige calibração eletrônica e tem manutenção simples, limitada à substituição das ampolas reativas após cada uso. Já o digital requer calibração periódica e fonte de energia, o que pode aumentar o custo operacional. Para empresas com demanda alta e rotinas simples, o modelo analógico é uma alternativa eficiente e econômica para triagens rápidas de alcoolemia.

É necessário treinamento específico para operadores de bafômetros analógicos em frotas?

Sim, é recomendável que funcionários responsáveis pelo uso do bafômetro analógico sejam treinados quanto ao procedimento correto de coleta de amostras, descarte de ampolas e interpretação dos resultados. O treinamento assegura precisão nos testes, reduz riscos de erros e ajuda a garantir que os resultados possam ser utilizados como parte dos controles internos de segurança e saúde ocupacional nas operações corporativas.