Encontramos 84 fornecedores de Autopeças no Atacado

M.J. Terra - Auto Peças

Fornece: Autopeças no Atacado, Autopeças para Oficinas Mecânicas, Distribuidora de Peças Automotivas, Autopeças para Frotistas e mais outras 2 categorias

Rio de Janeiro - RJ
Lux Smartphones

Fornece: Smartphones, Smartphones APPLE, Smartphones SAMSUNG, Reparos de Celulares e mais outras 128 categorias

São Paulo - SP
Desde 2024
1-10 funcionários
Croma Tecnologia - Suprimentos e Equipamentos de Ti

Fornece: Administração de Condomínios, Administração de Imóveis, Administração de Obras, Administração de Projetos em Biotecnologia e mais outras 3704 categorias

Brasília - DF
Desde 2019
11-50 funcionários
Top Escapamentos

Fornece: Autopeças no Atacado, Catalisadores Automotivos, Escapamentos Automotivos, Autopeças para Oficinas Mecânicas e mais outras 14 categorias

Curitiba - PR
1-10 funcionários

Exibindo 81 a 84 de 84 fornecedores

Perguntas Frequentes

O que são autopeças vendidas no atacado e para que servem?

Autopeças vendidas no atacado são componentes e acessórios para veículos comerciais e de passeio, comercializados em grandes quantidades para empresas, oficinas e distribuidores. Essas peças atendem demandas de manutenção, reposição e montagem de frotas. O principal objetivo é suprir as necessidades de reposição de peças em grandes volumes, otimizando o estoque e reduzindo custos operacionais de gestão de manutenção em ambientes corporativos e industriais.

Quais os principais tipos de peças automotivas disponíveis para compras em grande volume?

Entre as peças mais comuns disponíveis para compras corporativas em grande volume destacam-se itens do sistema de suspensão, freio, direção, filtros, componentes de motor e elétrica, itens de transmissão e arrefecimento. Cada tipo atende demandas diferentes: oficinas, transportadoras, locadoras e indústrias focam principalmente em itens de maior desgaste e reposição periódica, como pastilhas de freio, filtros de ar e óleo, amortecedores e correias.

Existem normas técnicas obrigatórias para autopeças compradas por empresas?

Sim, algumas autopeças precisam seguir normas técnicas específicas estabelecidas por órgãos como o INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Exemplos incluem itens de segurança, como freios e componentes de suspensão, que devem ser certificados para garantir desempenho e confiabilidade. A observação dessas normas é fundamental para assegurar a compatibilidade e segurança nos processos de manutenção de frotas.

Qual a diferença entre peças originais, genuínas e paralelas para setor corporativo?

Peças originais são fabricadas pelos próprios montadores, enquanto genuínas são produzidas por fornecedores autorizados e distribuídas sob a marca da montadora. Já as paralelas são desenvolvidas por terceiros sem vínculo com a fabricante, podendo variar em qualidade e padronização. Na gestão de frota, escolher o tipo adequado pode impactar diretamente nos custos de manutenção e performance dos veículos.

Como garantir a eficiência operacional na reposição de peças automotivas em grandes frotas?

Para garantir eficiência operacional, empresas devem criar um cronograma de manutenção preventiva e manter um estoque estratégico de peças essenciais. O monitoramento dos ciclos de desgaste, aliado ao uso de peças de boa procedência e padronizadas, evita paradas inesperadas e reduz o tempo de inatividade dos veículos. Assim, a logística de reposição torna-se mais ágil e econômica.

Quais setores se beneficiam da compra de peças automotivas em grandes quantidades?

Setores como transporte rodoviário, logística, empresas de ônibus, locadoras, indústrias com frota própria e órgãos públicos costumam adquirir peças automotivas em grandes quantidades. Isso permite manter a operação contínua, minimizar custos e atender rapidamente às demandas de manutenção, essenciais para o funcionamento eficiente das frotas. Também é útil para empresas que prestam serviços de manutenção em terceiros.

Como fazer o armazenamento e controle de qualidade das autopeças em ambiente industrial?

O armazenamento adequado requer local arejado, seco e protegido de intempéries para evitar deterioração das autopeças. É importante organizar conforme especificações, utilizando sistemas de identificação por códigos ou lotes. O controle de qualidade envolve inspeção visual, conferência de documentação e testes de encaixe ou compatibilidade, garantindo que somente peças aprovadas sejam direcionadas para utilização nos processos de manutenção empresarial.