Encontramos 2 fornecedores de Atordoadores de Animais para Abate
Este é um espaço reservado para anúncios do Google Ads. Aqui será exibido o texto descritivo do anúncio patrocinado com informações relevantes para os visitantes.
Fornece: Insensibilizadores de Bovino, Pistolas de Ar Comprimido, Folhas de Serra, Esterilizadores de Serras e mais outras 108 categorias
Fornece: Atordoadores de Animais para Abate, Atordoadores de Bovinos, Atordoadores de Aves, Atordoadores de Suínos e mais outras 61 categorias
Perguntas Frequentes
O que são atordoadores de animais para abate e para que servem?
Atordoadores de animais para abate são equipamentos utilizados em frigoríficos e matadouros para insensibilizar os animais antes do abate, visando evitar sofrimento e facilitar o processamento. Esses dispositivos garantem que bovinos, suínos, ovinos e outros animais fiquem inconscientes rapidamente, seguindo protocolos de bem-estar animal. O uso dessa tecnologia é fundamental para atender às exigências operacionais e de responsabilidade socioambiental em estabelecimentos industriais do setor alimentício.
Quais os principais tipos de equipamentos para insensibilização animal no abate?
Os métodos mais comuns envolvem atordoadores pneumáticos, acionados por ar comprimido, e modelos à bala cativa, que utilizam um pino para causar insensibilização imediata. Existem também dispositivos elétricos, preferidos em abates de suínos e aves. A escolha do tipo adequado depende do animal, volume de operação e infraestrutura, sendo crucial avaliar funcionalidades como facilidade de operação, manutenção e durabilidade do equipamento.
Atordoadores para abate possuem certificações ou normas obrigatórias?
Sim, no Brasil é obrigatório seguir normas como a Instrução Normativa nº 3/2000 do MAPA, que regulamenta procedimentos de abate humanitário. Além disso, muitos equipamentos seguem padrões internacionais de bem-estar animal recomendados pela OIE (Organização Mundial de Saúde Animal), assegurando resultados consistentes na insensibilização e menores riscos operacionais. Recomenda-se sempre verificar se o produto atende às exigências vigentes para o setor industrial de carnes.
Como é feita a manutenção de equipamentos para insensibilização de animais?
A manutenção desses equipamentos envolve inspeções regulares, limpeza após cada uso e substituição periódica de peças como pinos, molas e juntas. É importante seguir as orientações do fabricante para garantir segurança e eficácia. A revisão preventiva reduz paradas inesperadas no processo produtivo e assegura que a insensibilização ocorra sempre de maneira adequada, respeitando as normas de bem-estar animal.
Qual a diferença entre modelos pneumáticos e mecânicos para insensibilização antes do abate?
Modelos pneumáticos utilizam ar comprimido, proporcionando insensibilização mais uniforme e menos esforço manual, ideais para operações de grande escala. Já os mecânicos, normalmente à bala cativa, dependem de força manual ou cartucho explosivo, sendo recomendados para volumes menores. Os pneumáticos tendem a ter manutenção simplificada e maior vida útil, enquanto os mecânicos são mais portáteis, beneficiando abates itinerantes.
Quais cuidados devem ser tomados ao utilizar insensibilizadores em ambientes industriais?
É fundamental treinar operadores sobre o manuseio correto, uso de equipamentos de proteção individual e inspeção visual de cada animal. Ambientes industriais devem garantir áreas limpas, estáveis e bem iluminadas para operação segura. Além disso, deve-se seguir rotinas de verificação funcional do equipamento antes do início do turno, prevenindo falhas que possam comprometer tanto o bem-estar animal quanto a produtividade.
Em quais setores produtivos são mais usados os dispositivos para atordoamento de animais?
Esses dispositivos são essenciais em frigoríficos de bovinos, suínos, ovinos e caprinos, além de abatedouros de médio e grande porte ligados à indústria alimentícia. São aplicados também em cooperativas e unidades exportadoras, obedecendo exigências de mercados que valorizam práticas de abate humanitário. O uso é obrigatório sempre que se busca alinhar a produção com critérios técnicos e regulatórios, nacionais ou internacionais.