Encontramos 2 fornecedores de Alarmes de Fluxo

Procis - Sistemas Eletrônicos de Segurança

Fornece: Câmeras IP, Conversores de Vídeo para CFTV, Integradores de Sistema - CFTV, Curso Técnico de CFTV e mais outras 451 categorias

Rio de Janeiro - RJ
11-50 funcionários
Autonomus Alarmes e Segurança

Fornece: Alarmes, Alarmes Automotivos, Alarmes de Discos de Ruptura, Alarmes de Fluxo e mais outras 49 categorias

Porto Alegre - RS

Perguntas Frequentes

O que são alarmes de fluxo e para que servem em ambientes industriais?

Alarmes de fluxo são dispositivos utilizados para detectar e indicar a passagem ou a ausência de fluxo de líquidos ou gases em tubos e sistemas industriais. Eles servem para monitorar processos críticos, alertando operadores sobre obstruções, vazamentos ou falhas na circulação. São fundamentais em áreas como HVAC, indústrias químicas e sistemas de refrigeração, aumentando a segurança operacional e prevenindo danos a equipamentos sensíveis que dependem de uma vazão correta para funcionar adequadamente.

Quais os principais tipos de alarmes de fluxo disponíveis no mercado?

No mercado, existem principalmente alarmes de fluxo do tipo mecânico e eletrônico. Os modelos mecânicos utilizam palhetas ou pistões que são deslocados pelo movimento do fluido. Os eletrônicos, por sua vez, operam através de sensores, sem partes móveis, detectando variações na passagem do fluido. A escolha entre um tipo ou outro depende das condições do processo, como pressão, viscosidade e risco de contaminação do fluido.

Quais cuidados são necessários para instalar alarmes de fluxo de forma eficiente?

A instalação eficiente de alarmes de fluxo requer atenção à posição correta no tubo, seguindo orientação de fluxo indicada no equipamento. Também é importante garantir que não haja resíduos ou partículas que possam obstruir o sensor. O local deve ser de fácil acesso para manutenção, evitando proximidade a válvulas ou curvas acentuadas que possam interferir na medição. Por fim, recomenda-se testar o equipamento na partida para validar o funcionamento.

Como é feita a manutenção preventiva em sistemas de detecção de fluxo?

A manutenção preventiva envolve inspeção visual regular, teste funcional e limpeza dos sensores. Em ambientes com partículas em suspensão, recomenda-se a verificação mensal para evitar acúmulo e garantir a precisão do monitoramento. A vida útil dos componentes varia conforme o tipo: sensores eletrônicos exigem menos intervenções, enquanto modelos mecânicos podem precisar de troca de peças móveis anualmente, dependendo da intensidade de uso.

Alarmes de fluxo são adequados para líquidos viscosos ou apenas para água?

Alarmes de fluxo podem ser utilizados tanto para líquidos de baixa viscosidade, como água, quanto para substâncias mais viscosas, como óleos. É fundamental selecionar um modelo compatível com as características do fluido, pois sensores específicos conseguem operar de forma eficaz em diferentes condições. Para líquidos muito viscosos, recomenda-se consultar as especificações de cada dispositivo, garantindo resposta adequada e evitando falhas por acúmulo ou travamento.

Quais ambientes industriais mais utilizam sistemas de detecção de fluxo?

Sistemas de detecção de fluxo são amplamente adotados em segmentos como químico, petroquímico, alimentos e bebidas, farmacêutico, HVAC e sistemas de combate a incêndio. Também são aplicados em processos de refrigeração e tratamento de água. Nessas indústrias, a circulação contínua de líquidos ou gases é crítica para a operação, tornando indispensável o monitoramento para prevenir paradas não programadas e acidentes.

Como alarmes de fluxo contribuem para a redução de custos com manutenção?

Esses sistemas ajudam a identificar rapidamente anomalias no fluxo de fluidos, como entupimentos ou quebras de bombas, permitindo atuação antes que causem danos maiores. A detecção precoce reduz o tempo de máquinas paradas e a necessidade de consertos emergenciais, que costumam ser mais caros. Estudos indicam que a adoção de monitoramento pode diminuir custos de manutenção corretiva em até 35%, otimizando a produtividade e a vida útil dos equipamentos.