Encontramos 3 fornecedores de Acumuladores de Bexiga

Hine do Brasil

Fornece: Válvulas Controladoras de Vazão, Bombas Hidráulicas, Cilindros Hidráulicos, Filtros Duplex e mais outras 97 categorias

Indaiatuba - SP
51-100 funcionários
Ads - Hidráulica e Pneumática

Fornece: Atuadores Hidráulicos, Cilindros Hidráulicos, Atuadores Pneumáticos, Reparos de Cilindros Hidráulicos e mais outras 75 categorias

Santa Bárbara d'Oeste - SP
Desde 2018
11-50 funcionários
Center Rubber do Brasil

Fornece: Acabamento de Peças Fundidas, Fresagem, Serviços de Usinagem CNC, Serviços de Usinagem em 3D e mais outras 167 categorias

Santana de Parnaíba - SP
Desde 2022
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que são acumuladores de bexiga e para que servem?

Acumuladores de bexiga são dispositivos hidráulicos usados para armazenar energia na forma de fluido sob pressão. Eles funcionam com uma bexiga flexível interna que separa o fluido do gás comprimido, permitindo absorver picos de pressão, compensar vazamentos e fornecer volume extra em sistemas hidráulicos. São amplamente empregados em circuitos industriais, equipamentos móveis, prensas e sistemas de lubrificação, ajudando a manter a estabilidade do sistema e prolongar a vida útil de componentes.

Quais são os principais tipos de acumuladores hidráulicos e suas diferenças?

Além do modelo de bexiga, existem também acumuladores de pistão e de diafragma. O de bexiga utiliza uma membrana que separa óleo e gás, garantindo resposta rápida a variações de pressão. O de pistão usa um pistão móvel entre o óleo e o gás, sendo indicado para volumes maiores. Já o de diafragma é utilizado para baixas capacidades e aplicações específicas. Cada modelo oferece vantagens de acordo com espaço disponível, resposta e manutenção.

Quais setores industriais mais utilizam acumuladores de bexiga?

Este tipo de acumulador é amplamente empregado em segmentos como siderurgia, mineração, papel e celulose, indústria naval, automotiva e geração de energia. Também são comuns em sistemas hidráulicos de prensas e equipamentos móveis, como guindastes e tratores. Sua versatilidade permite utilizar acumuladores em ambientes exigentes onde é necessário absorver picos de pressão ou garantir suprimento instantâneo de fluido hidráulico.

Como é feita a manutenção preventiva dos acumuladores de bexiga?

A manutenção preventiva envolve inspeção visual regular quanto a vazamentos e condição das conexões, checagem da pressão do gás nitrogênio e avaliação da integridade da bexiga. Recomenda-se verificar periodicamente a calibragem, substituir bexigas desgastadas e olhar selos e válvulas. Os intervalos variam conforme o uso, mas normalmente são feitas revisões de 6 em 6 meses ou conforme indicado pelo fabricante. Uma manutenção adequada aumenta a segurança e evita paradas inesperadas.

Como comparar acumuladores de bexiga com outros modelos quanto à eficiência?

Modelos de bexiga oferecem resposta mais rápida a flutuações de pressão se comparados aos de pistão ou diafragma, o que é vantajoso para sistemas que demandam ação instantânea. Além disso, possuem baixa inércia e ocupam menos espaço, facilitando a instalação em ambientes restritos. Quanto ao custo de manutenção, costumam ser vantajosos em operações de médio porte, desde que a bexiga seja periodicamente substituída conforme desgaste e ciclos de operação.

Que materiais são utilizados na fabricação das bexigas internas?

As bexigas internas geralmente são produzidas em elastômeros resistentes como nitrílica (NBR), Viton (FKM) ou poliuretano, materiais escolhidos pela compatibilidade com óleo hidráulico e resistência a pressão. A seleção do material depende dos fluidos utilizados e das temperaturas de operação, que podem variar entre –20 °C e +80 °C, dependendo do composto. Uma correta escolha garante maior durabilidade e diminui o risco de falhas prematuras.

Existe diferença de desempenho dependendo do gás utilizado no acumulador?

Sim, normalmente utilizam-se gases inertes, especialmente o nitrogênio, por sua estabilidade e baixa reatividade com outros materiais. O uso de ar comprimido é desaconselhado devido ao risco de oxidação e presença de umidade, que pode danificar componentes internos. O desempenho do acumulador é diretamente influenciado pela escolha do gás, pois pressurização inadequada ou uso de gases não recomendados podem causar queda da eficiência e problemas de segurança.