Encontramos 4 fornecedores de Acoplamentos Magnéticos

Ro-Peças

Fornece: Rolamentos Industriais, Acoplamentos , Mancais, Mancais Especiais e mais outras 356 categorias

São Paulo - SP
11-50 funcionários
Rof - Soluções em Tração Elétrica

Fornece: Acoplamentos Magnéticos, Inversores de Energia, Variadores de Tensão, Tacômetros e mais outras 25 categorias

São Paulo - SP
Smr Rolamentos

Fornece: Mancais Autocompensadores, Mancais Redutores, Gaiolas de Rolamentos, Aquecedores de Rolamentos e mais outras 1242 categorias

São Paulo - SP
11-50 funcionários
Uptech Brasil

Fornece: Acoplamentos Industriais, Acoplamentos Autocompensadores, Acoplamentos Bipartidos, Acoplamentos Autovedantes e mais outras 1172 categorias

Jundiaí - SP
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que são acoplamentos magnéticos e para que servem na indústria?

Acoplamentos magnéticos são dispositivos utilizados para transmitir torque entre dois eixos sem contato físico, usando campos magnéticos. São comuns em indústrias químicas, farmacêuticas e alimentícias, pois evitam fugas de líquidos ou gases tóxicos. Eles permitem operar bombas, agitadores e outros equipamentos rotativos em ambientes onde o isolamento hermético é essencial, aumentando a confiabilidade dos sistemas e reduzindo riscos de contaminação ou manutenção frequente.

Quais os principais tipos de acoplamentos sem contato disponíveis?

Entre os principais tipos de acoplamentos sem contato estão os de disco magnético e os modelos cilíndricos. O modelo de disco é muito utilizado em aplicações que exigem transmissão de torque rápido, enquanto o cilíndrico é mais indicado para bombas vedadas. A escolha depende das necessidades de torque, velocidade e das condições operacionais como temperatura e fluido envolvido no processo.

Como funciona a instalação de um acoplamento magneticamente acionado em bombas industriais?

A instalação de um acoplamento magneticamente acionado geralmente requer alinhamento correto dos eixos e fixação adequada das carcaças. Recomenda-se seguir as orientações do fabricante para evitar desalinhamentos, que podem comprometer o desempenho do equipamento. Além disso, é importante garantir que não haja partículas ferromagnéticas próximas ao conjunto, pois isso pode interferir na eficiência do campo magnético gerado.

É necessário realizar manutenção regular em acoplamentos de transmissão magnética?

Acoplamentos de transmissão magnética exigem manutenção mínima comparados a sistemas mecânicos convencionais, pois não há contato direto entre as peças. A principal recomendação é inspecionar periodicamente o alinhamento dos componentes e verificar se há acúmulo de resíduos ou sinais de desgaste nas buchas e suportes. Essa rotina simples prolonga a vida útil e evita falhas imprevistas na operação industrial.

Quais são as vantagens de utilizar acoplamentos sem contato em ambientes corrosivos?

O uso de acoplamentos sem contato em ambientes corrosivos oferece vantagens como a total vedação da área de transmissão, impedindo que produtos agressivos atinjam partes móveis. Isso aumenta a segurança do processo e reduz a necessidade de trocas frequentes por corrosão ou desgaste. Equipamentos em setores químicos e petroquímicos costumam adotar essa solução para garantir a integridade operacional.

Em quais setores são mais aplicados os acoplamentos por campo magnético?

Acoplamentos por campo magnético são aplicados principalmente nas indústrias química, farmacêutica, alimentícia e de tratamento de águas. Nesses segmentos, é fundamental evitar vazamentos e garantir ambientes livres de contaminação. Também são comuns em instalações com bombas centrífugas, agitadores e sistemas de transporte de líquidos sensíveis, onde a vedação e a confiabilidade são requisitos indispensáveis.

Os acoplamentos magnéticos interferem na eficiência energética dos equipamentos?

Em geral, os acoplamentos magnéticos apresentam pequena perda de eficiência por conta do deslizamento entre campos magnéticos, o que pode chegar a 3% em aplicações típicas. No entanto, esse pequeno impacto é compensado pela redução de paradas não programadas e longo ciclo de vida útil. Além disso, a ausência de atrito direto contribui para menor consumo energético em alguns perfis de operação industrial.