Encontramos 5 fornecedores de Acoplamentos Autocompensadores

Smr Rolamentos

Fornece: Mancais Autocompensadores, Mancais Redutores, Gaiolas de Rolamentos, Aquecedores de Rolamentos e mais outras 1242 categorias

São Paulo - SP
11-50 funcionários
Roll Center - Rolamentos e Equipamentos

Fornece: Agulhas para Rolamentos, Buchas para Rolamento, Caixas para Rolamento, Capas de Rolamentos e mais outras 749 categorias

São Paulo - SP
Desde 1993
51-100 funcionários
Rte - Distribuidora de Rolamentos

Fornece: Equipamentos Industriais, Equipamentos para a Indústria de Borracha, Equipamentos para a Indústria de Celulose, Equipamentos para a Indústria de Cimento e mais outras 120 categorias

São Paulo - SP
11-50 funcionários
Uptech Brasil

Fornece: Acoplamentos Industriais, Acoplamentos Autocompensadores, Acoplamentos Bipartidos, Acoplamentos Autovedantes e mais outras 1172 categorias

Jundiaí - SP
1-10 funcionários
Sacucci Engrenagens

Fornece: Engrenagens, Engrenagens para Máquinas Agrícolas, Engrenagens Antifolga, Engrenagens Automotivas  e mais outras 34 categorias

Sertãozinho - SP
Desde 2024
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que são acoplamentos autocompensadores e para que servem?

Acoplamentos autocompensadores são componentes mecânicos utilizados para conectar dois eixos, permitindo a transmissão de torque mesmo com pequenos desalinhamentos ou vibrações. Eles são essenciais em equipamentos industriais onde a perfeita centralização dos eixos nem sempre é possível, assegurando maior vida útil de máquinas e reduzindo o risco de falhas prematuras. Podem ser encontrados em setores como papel e celulose, mineração, alimentício e siderúrgico, entre outros.

Quais são os principais tipos de acoplamentos flexíveis disponíveis?

Os principais modelos de acoplamentos flexíveis incluem os de engrenagem, elásticos, de pino e bucha, além dos modelos de grade. Cada tipo oferece vantagens específicas conforme as necessidades de absorção de choques, compensação de desalinhamentos e capacidade de carga. A escolha depende das características do equipamento, como torque necessário e ambiente de trabalho. Os de grade, por exemplo, são bastante usados onde há vibrações intensas.

Como escolher o acoplamento certo para aplicações industriais?

A seleção do acoplamento ideal deve considerar fatores como torque transmitido, rotação dos eixos, desalinhamentos angulares ou paralelos admitidos e características do ambiente. Também é importante avaliar temperatura, presença de poeira ou umidade e possíveis cargas de choque. Consultar orientações técnicas e analisar o histórico de operações semelhantes contribui para uma escolha adequada e segura.

É preciso fazer manutenção regular nos acoplamentos autocompensadores?

Sim, os acoplamentos desse tipo requerem inspeção e manutenção regulares, conforme o ambiente e as condições de uso. Verificações periódicas concentram-se no aperto de parafusos, integridade de elementos flexíveis e lubrificação em modelos que a exigem. A adoção de manutenção preditiva e preventiva pode evitar paradas não programadas e reduzir custos ao longo do tempo.

Onde os acoplamentos flexíveis são mais utilizados na indústria?

Acoplamentos flexíveis são amplamente empregados em sistemas de bombas, compressores, ventiladores, redutores e transportadores. Indústrias de mineração, papel e celulose, siderurgia, alimentícia e petroquímica estão entre os principais setores que utilizam essa solução para garantir a confiabilidade e o desempenho dos seus equipamentos rotativos.

Qual a diferença entre acoplamentos rígidos e flexíveis?

Acoplamentos rígidos não toleram nenhum tipo de desalinhamento entre os eixos acoplados, sendo recomendados para situações em que o alinhamento é preciso e permanente. Já os flexíveis conseguem absorver pequenas irregularidades, vibrações e movimentos axiais, tornando-se ideais em aplicações onde mudanças de temperatura ou vibrações são frequentes.

O uso de acoplamentos desse tipo pode influenciar no consumo de energia das máquinas?

Sim, a utilização de acoplamentos apropriados reduz perdas causadas por desalinhamentos e vibrações, o que otimiza a eficiência energética de sistemas rotativos industriais. Uma conexão bem compensada diminui o desgaste dos componentes e pode contribuir para menores paradas de manutenção, trazendo ganhos diretos em produtividade e economia operacional.