Encontramos 3 fornecedores de Ações de Usucapião

Victor Sinhorini - Agrimensor

Fornece: Terceirização de Equipes para Serviços Topográficos, Estudos Topográficos, Serviços de Batimetria, Elaboração de Modelos Digitais de Superfície - MDS e mais outras 131 categorias

Lambari - MG
1-10 funcionários
Dusa - Engenharia e Construção

Fornece: Levantamento e Desenhos de Arquitetura - As Built, Ações de Usucapião, Demarcação de Obras Civis, Demarcação de Obras de Saneamento e mais outras 102 categorias

São Bernardo do Campo - SP
1-10 funcionários
Ea4 - Soluções Ambientais

Fornece: Levantamento Ambiental de Circunvizinhança, Treinamentos Técnicos em Meio Ambiente, Serviços de Remediação Ambiental, Serviços de Gestão de Resíduos e mais outras 427 categorias

Fortaleza - CE
Desde 2022
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é uma ação de usucapião e qual sua finalidade?

A ação de usucapião é um procedimento judicial que permite a alguém regularizar a posse de um imóvel perante o registro público, obtendo sua propriedade legal após cumprir determinados requisitos de tempo e uso pacífico. O objetivo principal dessa ação é reconhecer o direito de propriedade para quem utiliza um bem de forma contínua, como pessoa física, empresas ou organizações, proporcionando segurança jurídica e regularização imobiliária junto aos órgãos competentes.

Quais tipos de usucapião existem no Brasil?

No Brasil, existem diferentes modalidades de usucapião, como usucapião extraordinário, ordinário, especial urbano e especial rural. Cada tipo apresenta requisitos próprios, envolvendo tempo de posse, área do imóvel e finalidade de uso. Empresas que ocupam imóveis visando expansão ou regularização devem identificar qual modalidade se aplica às suas necessidades, uma vez que o tipo de usucapião impacta diretamente nos prazos e condições para obtenção da propriedade.

Quais documentos são necessários para iniciar uma ação de usucapião?

Para iniciar uma ação de usucapião, é necessário apresentar documentos como certidão do imóvel, comprovantes de posse (como contas de água, luz ou IPTU), planta do imóvel, documentos pessoais e declaração de testemunhas. Empresas ou pessoas jurídicas devem complementar com registros societários ou procurações, caso atuem em nome da organização. Uma documentação completa agiliza o processo judicial e aumenta as chances de sucesso na regularização do imóvel.

Empresas podem utilizar a usucapião para regularizar imóveis em seu nome?

Sim, empresas podem utilizar a usucapião para regularizar imóveis ocupados de forma contínua, pacífica e com animus domini (intenção de dono). O processo é utilizado por negócios que necessitam formalizar a propriedade de áreas operacionais, galpões, pontos comerciais ou terrenos, possibilitando investimentos, financiamentos e expansão segura das atividades. É importante que a posse seja ininterrupta e não contestada por terceiros durante o período exigido por lei.

Quais setores normalmente recorrem à usucapião no ambiente corporativo?

Setores como construção civil, agronegócio, logística e indústria são frequentes usuários da usucapião para regularizar terrenos, áreas de armazenamento ou produção. Empresas desses setores, ao ocupar imóveis sem registro formal, podem recorrer ao procedimento para garantir titularidade e respaldo legal. A regularização facilita licenciamento, obtenção de crédito e valorização dos ativos imobiliários dentro do portfólio empresarial.

A usucapião extrajudicial é uma alternativa para empresas?

Sim, a usucapião extrajudicial é realizada diretamente em cartório, podendo ser mais ágil do que o procedimento judicial. Empresas que atendem aos requisitos legais e contam com documentos que comprovem a posse e anuência dos titulares do imóvel podem optar por essa alternativa. O acompanhamento de um advogado especializado é recomendado para analisar se o caso atende às exigências e para preparar a documentação apropriada.

Quais cuidados jurídicos são fundamentais ao ingressar com ação de usucapião?

Ao ingressar com uma ação de usucapião, é fundamental ter assessoria jurídica especializada, analisar a regularidade da posse, reunir provas consistentes e verificar possíveis pendências fiscais do imóvel. Empresas devem garantir que não haja litígios ou disputas quanto à propriedade e que todos os requisitos legais — como tempo de posse e ausência de oposição — estejam devidamente atendidos. Isso reduz riscos de impugnações e agiliza o reconhecimento do direito de propriedade.