Encontramos 4 fornecedores de Aço Relaminado a Frio

Sz Aços

Fornece: Aço Carbono, Aço Laminado, Aço Redondo, Aço Sextavado e mais outras 239 categorias

São Paulo - SP
11-50 funcionários
Umufer - Ferragens Armadas e Edificações

Fornece: Acessórios de Combate a Incêndios, Aço Acabado a Frio, Aço Fundido a Vácuo, Aço Laminado a Quente e mais outras 1323 categorias

Umuarama - PR
Desde 2020
11-50 funcionários
Megasteel

Fornece: Tubos para Caldeiras, Serviços de Oxicorte, Cantoneiras de Aço, Tubos Quadrados e mais outras 1358 categorias

São Paulo - SP
11-50 funcionários
Scala Aços, Tubos e Laminados

Fornece: Aço de Alto Teor de Carbono, Aço Macio, Aço para a Indústria, Aço Quadrado e mais outras 127 categorias

Recife - PE

Perguntas Frequentes

O que é aço relaminado a frio e para que ele é utilizado?

Aço relaminado a frio é um tipo de aço que, após ser laminado a quente, passa por um novo processo de laminação em temperatura ambiente. Esse método resulta em chapas ou bobinas com acabamento superficial mais liso e espessuras mais precisas. Ele é amplamente usado em setores como automotivo, construção civil e fabricação de móveis, principalmente onde se exige alta qualidade visual, planicidade e boas propriedades mecânicas. Também é comum em peças estampadas e componentes que requerem precisão dimensional.

Quais são as principais diferenças entre aço laminado a quente e relaminado a frio?

A principal diferença está no processo de fabricação. O aço laminado a quente é produzido em temperaturas elevadas, o que confere maior maleabilidade, mas acabamento mais áspero e tolerâncias menos precisas. Já o relaminado a frio passa por laminação adicional em temperatura ambiente, proporcionando acabamento superficial superior, espessura mais uniforme e maior resistência mecânica, sendo indicado para aplicações que demandam maior qualidade dimensional e visual.

Quais setores industriais mais utilizam chapas relaminadas a frio?

Chapas relaminadas a frio são amplamente utilizadas pela indústria automotiva, fabricantes de eletrodomésticos, setor de construção civil e produção de móveis metálicos. Esses setores priorizam materiais com alta precisão dimensional, boa estampabilidade e superfície lisa, características fundamentais do aço relaminado a frio. Também é comum em fabricação de peças técnicas, tubos, perfis estruturais e componentes industriais diversos.

Existem diferentes espessuras e larguras para o aço relaminado a frio?

Sim, esse tipo de aço é produzido em uma ampla faixa de espessuras e larguras. As espessuras costumam variar de 0,30 mm até aproximadamente 3,00 mm, enquanto as larguras podem chegar até 2.000 mm, dependendo do fabricante e das especificações do cliente. Essa flexibilidade permite atender tanto pequenas peças estampadas quanto grandes painéis estruturais para uso industrial.

A chapa relaminada a frio possui algum tipo de norma técnica?

Sim, a produção de chapas relaminadas a frio costuma seguir normas técnicas reconhecidas, como a NBR 11888 no Brasil e a ASTM A1008/A1008M nos padrões internacionais. Essas normas estabelecem requisitos mínimos de composição química, propriedades mecânicas, tolerâncias dimensionais e critérios para o acabamento superficial. O objetivo é garantir qualidade, segurança e confiabilidade do material nas aplicações industriais.

Como deve ser realizado o armazenamento do aço relaminado a frio?

O armazenamento correto do aço relaminado a frio é fundamental para evitar corrosão e danos superficiais. Recomenda-se manter as chapas em ambientes cobertos, ventilados e longe de umidade, produtos químicos ou agentes corrosivos. Paletes ou estruturas de madeira podem ser usados para evitar contato direto com o solo, e o empilhamento deve respeitar normas de segurança e capacidade das embalagens, minimizando o risco de deformações.

Quais são os benefícios do relaminado a frio em relação à eficiência de produção?

O uso do relaminado a frio oferece alta uniformidade de espessura, melhor acabamento superficial e maior precisão nas dimensões, reduzindo retrabalho e perdas de material. Isso resulta em processos de estampagem e conformação mais eficientes e previsíveis, otimizando o tempo de fabricação e facilitando a automação industrial. Além disso, reduz a necessidade de tratamentos adicionais, melhorando o rendimento nas linhas produtivas.