Encontramos 5 fornecedores de Aço Doce

Centrab - Distribuidora de Aço

Fornece: Aço Carbono, Aço Chato, Aço Doce, Aço Quadrado e mais outras 67 categorias

Salvador - BA
Dimetal - Distribuidora de Metais

Fornece: Aço Doce, Aço Chato, Aço Carbono, Aço Especial e mais outras 138 categorias

Ribeirão Preto - SP
Condeder - Comércio e Indústria

Fornece: Aço Acabado a Frio, Aço Carbono, Aço Chapeado, Aço ao Manganês e mais outras 126 categorias

São Paulo - SP
Bertoaço - Distribuidora de Aço

Fornece: Aço Carbono, Aço Formado a Frio, Aço Doce, Aço para a Indústria e mais outras 150 categorias

Lajeado - RS
Megasteel

Fornece: Tubos para Caldeiras, Serviços de Oxicorte, Cantoneiras de Aço, Tubos Quadrados e mais outras 1358 categorias

São Paulo - SP
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é aço doce e para que tipo de aplicação ele é indicado?

Aço doce, também conhecido como aço baixo carbono, é uma liga metálica com teor de carbono inferior a 0,3%. Essa composição proporciona maleabilidade e facilidade de soldagem, sendo bastante utilizada na fabricação de estruturas metálicas, equipamentos industriais, tubulações, chapas e componentes automotivos. É uma opção recomendada para aplicações que não exijam alta resistência mecânica ou dureza elevada, mas sim conformação e boa trabalhabilidade durante a montagem e manutenção.

Quais são as principais variações e formatos do aço doce disponíveis no mercado?

O aço doce é encontrado em diversos formatos, como chapas, bobinas, barras, tubos e perfis estruturais. Pode ser laminado a quente ou a frio, dependendo da necessidade do projeto. Chapas finas são comuns em setores automotivo e de eletrodomésticos, enquanto perfis e barras são frequentes na construção civil e infraestrutura industrial. A escolha do formato e acabamento deve considerar o uso final e as exigências de fabricação.

Quais setores industriais mais utilizam aço doce em seus processos?

Setores como construção civil, indústria automotiva, fabricação de equipamentos, bens de consumo duráveis e manutenção industrial fazem amplo uso do aço doce devido ao seu bom desempenho em soldagem, corte e conformação. Empresas de estruturas metálicas, fabricantes de máquinas e empresas de manutenção predial também utilizam amplamente esse tipo de material em seus projetos e reparos rotineiros.

O aço doce está sujeito a quais normas técnicas no Brasil?

No Brasil, diversos produtos de aço baixo carbono seguem normas como a ABNT NBR 7007 para chapas e bobinas, ou normas equivalentes para barras e perfis estruturais. Essas normas especificam características como composição química, propriedades mecânicas e tolerâncias dimensionais para garantir a qualidade e uniformidade dos materiais fornecidos ao setor industrial.

Quais cuidados são recomendados na armazenagem e transporte do aço doce?

É importante armazenar o aço baixo carbono em locais secos, protegidos da umidade e de agentes corrosivos, para evitar ferrugem e deterioração. Durante o transporte, recomenda-se utilizar embalagens adequadas e evitar contato direto com outros materiais que possam causar arranhões ou deformações. O manuseio cuidadoso preserva as propriedades e a integridade do produto até seu uso final.

Como o aço doce se compara ao aço de alta resistência em termos de custo e desempenho?

O aço baixo carbono geralmente possui custo inferior ao aço de alta resistência, tornando-o mais atrativo para aplicações onde não há exigência de grande resistência mecânica. Em contrapartida, o aço de alta resistência é mais utilizado em situações que exigem maior durabilidade estrutural com menor peso, como em estruturas metálicas de edifícios altos ou equipamentos pesados.

Quais são os principais métodos de soldagem recomendados para aço doce?

Os métodos de soldagem mais comuns para aço baixo carbono são a soldagem a arco elétrico, MIG/MAG e TIG. Devido à sua composição, esse tipo de aço apresenta boa soldabilidade e não exige técnicas especiais, o que facilita processos de montagem e manutenção. Escolher o método depende do tipo de projeto, da espessura do material e das condições disponíveis na planta industrial.