Encontramos 3 fornecedores de Ácido Tartárico para Vinhos

Molekula Brasil - Produtos Químicos

Fornece: Balanças Analíticas, Estufas Bacteriológicas, Lâmpadas para Espectrofotômetros, Repipetadores e mais outras 578 categorias

Jaguariúna - SP
1-10 funcionários
Veronese Cia

Fornece: Ácido Acético, Ácido Acrílico, Ácido Ascórbico, Ácido Bórico e mais outras 31 categorias

Taubaté - SP
Biotecc - Produtos Químicos e para Laboratório

Fornece: Ácido Clorídrico, Ácido Muriático, Acetato de Amônio, Ácido Acético Glacial e mais outras 961 categorias

São José dos Pinhais - PR
Desde 2015
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

Para que serve o ácido tartárico na produção de vinhos?

O ácido tartárico é um aditivo essencial na indústria vinícola, utilizado principalmente para corrigir e estabilizar a acidez dos vinhos. Ele contribui para o equilíbrio do sabor, ajuda a evitar turvações e precipitados durante o armazenamento, e favorece a preservação do produto final. Empresas do setor vitivinícola utilizam o ácido tartárico para aprimorar a qualidade e manter características sensoriais desejadas em seus rótulos, tanto em pequenas vinícolas quanto em grandes operações industriais.

Quais tipos de ácido tartárico são comercializados para uso em vinhos?

O ácido tartárico comercializado para vinhos está geralmente disponível em forma de pó fino, com alto grau de pureza alimentar. Não há variações significativas quanto à formulação, já que seu uso requer um produto específico para aplicações enológicas. Fornecedores podem apresentar diferentes graus de pureza e padrões de certificação, sendo importante para empresas atentarem à conformidade com normas locais e internacionais que regem o setor vinícola.

Como deve ser feita a aplicação do ácido tartárico na vinificação?

A aplicação do ácido tartárico requer diluição cuidadosa e incorporação homogênea ao mosto ou vinho, conforme a necessidade de ajuste de acidez. Nas vinícolas, é comum realizar análises laboratoriais para determinar a dosagem exata, evitando excessos que possam comprometer o perfil sensorial do vinho. Recomenda-se que o procedimento seja acompanhado por profissionais qualificados, garantindo eficiência no ajuste e conformidade com padrões de produção.

Quais empresas do setor geralmente adquirem ácido tartárico para vinhos?

O ácido tartárico é adquirido por vinícolas, indústrias de bebidas, embotelladoras e também por empresas especializadas em aditivos alimentares para a cadeia do vinho. Revendedores, distribuidores de insumos enológicos e atacadistas do setor agrícola vinham atendendo tanto pequenas quanto grandes operações. O produto é essencial para empresas que buscam manter um padrão elevado de qualidade em seus vinhos e atender exigências técnicas de mercado.

Existe alguma norma ou regulamentação para utilização do ácido tartárico em vinhos?

Sim, o uso do ácido tartárico em vinhos é regulamentado por normas internacionais, como as estabelecidas pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), e por legislações locais de cada país produtor. Essas regras delimitam concentrações máximas permitidas e exigem grau alimentício do produto. Empresas devem seguir os parâmetros oficiais para garantir conformidade na produção e comercialização, tanto no mercado interno quanto na exportação.

O ácido tartárico pode ser utilizado em outros setores além do vinícola?

Além do uso em vinhos, o ácido tartárico é empregado nas indústrias de alimentos e bebidas, farmacêutica e cosmética. Em outros setores alimentares, atua como acidulante em refrigerantes, balas e produtos de panificação. Na indústria farmacêutica, pode ser usado como componente em efervescentes. No entanto, seu maior mercado é realmente o segmento de vinhos devido à função específica que desempenha na estabilização dos produtos.

Qual é a diferença entre ácido tartárico natural e sintético em aplicações vinícolas?

O ácido tartárico utilizado na produção de vinhos é geralmente de origem natural, extraído de subprodutos da uva, garantindo compatibilidade com as características sensoriais desejadas. Já o ácido sintético, ainda que quimicamente idêntico, é menos comum na enologia, pois pode apresentar pequenas variações em traços e impurezas. A escolha pelo produto natural é preferida por vinícolas preocupadas com autenticidade e padrões de qualidade reconhecidos internacionalmente.