Encontramos 3 fornecedores de Ácido Tartárico Alimentício

Molekula Brasil - Produtos Químicos

Fornece: Balanças Analíticas, Estufas Bacteriológicas, Lâmpadas para Espectrofotômetros, Repipetadores e mais outras 578 categorias

Jaguariúna - SP
1-10 funcionários
Veronese Cia

Fornece: Ácido Acético, Ácido Acrílico, Ácido Ascórbico, Ácido Bórico e mais outras 31 categorias

Taubaté - SP
Biotecc - Produtos Químicos e para Laboratório

Fornece: Ácido Clorídrico, Ácido Muriático, Acetato de Amônio, Ácido Acético Glacial e mais outras 961 categorias

São José dos Pinhais - PR
Desde 2015
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é ácido tartárico alimentício e para que serve?

O ácido tartárico alimentício é um composto orgânico utilizado principalmente como acidulante e regulador de acidez em alimentos e bebidas. Amplamente empregado pela indústria alimentícia, está presente em produtos como sucos, refrigerantes, confeitos e vinhos, melhorando sabor, textura e estabilidade. Também pode ser utilizado como agente fermentador em panificação. Empresas do setor de alimentos demandam esse insumo para padronizar processos produtivos e atender aos requisitos de qualidade do mercado.

Quais são os principais usos industriais do ácido tartárico alimentício?

O ácido tartárico alimentício é aplicado em processos industriais para ajustar a acidez de alimentos e bebidas, estabilizar corantes e antioxidantes, e atuar como agente quelante em algumas formulações. É essencial na produção de refrigerantes, confeitos, gelatinas e vinhos. Indústrias alimentícias utilizam esse insumo em larga escala, buscando padronização de resultados e conformidade com exigências técnicas ou regulatórias, garantindo qualidade e segurança no produto final.

Existem diferentes tipos de ácido tartárico alimentício disponíveis no mercado?

Sim, o ácido tartárico alimentício está disponível em diferentes níveis de pureza e formas físicas, como pó ou cristal. A escolha varia conforme a aplicação industrial: algumas empresas preferem o pó por facilitar diluição em processos, enquanto os cristais podem ser indicados em formulações específicas. Também existe o ácido tartárico de diferentes origens, como sintético ou derivado da uva, cada um com particularidades na composição e performance nos alimentos.

Quais empresas costumam comprar ácido tartárico alimentício?

Empresas do segmento alimentício, como indústrias de bebidas, fabricantes de doces, panificadoras e produtores de vinhos e laticínios são principais compradoras de ácido tartárico alimentício. Também distribuidores e revendedores especializados nesses insumos buscam o produto para atender demandas de pequenos negócios e clientes do ramo gastronômico. Em geral, o público corporativo visa volumes elevados e fornecimento regular para linhas de produção contínuas.

Existem normas ou certificações para ácido tartárico alimentício?

Sim, o ácido tartárico alimentício utilizado em alimentos deve atender a padrões estabelecidos por órgãos reguladores nacionais e internacionais, como a Anvisa no Brasil e o Codex Alimentarius. Estes documentos especificam limites de pureza, ausência de contaminantes e processos de controle de qualidade. Indústrias e empresas alimentícias devem exigir fornecedores certificados para garantir a conformidade legal e a segurança do produto final ao consumidor.

Ácido tartárico alimentício pode ser utilizado em formulações veganas?

O ácido tartárico alimentício é um composto de origem vegetal ou sintética e, geralmente, é considerado adequado para formulações veganas. Ele não contém ingredientes de origem animal, tornando-se uma escolha comum para indústrias ou empresas que produzem alimentos voltados a esse público. É importante, no entanto, confirmar sempre a procedência junto ao fornecedor para assegurar que não haja contaminação cruzada em processos industriais.

Quais cuidados devem ser observados ao incorporar ácido tartárico alimentício em processos industriais?

No uso industrial do ácido tartárico alimentício, é fundamental controlar a dosagem com precisão, pois quantidades excessivas podem afetar o sabor e as características finais do produto. Recomenda-se também checar a compatibilidade com outros ingredientes nas fórmulas e garantir que o insumo atenda às especificações técnicas e regulatórias do país. Boas práticas de fabricação e monitoramento garantem padronização dos lotes e segurança alimentar.