Encontramos 5 fornecedores de Ácido Oleico Vegetal

Lapiendrius Flavors

Fornece: Aromas para a Indústria Alimentícia, Consultoria em Marketing Olfativo, Ésteres Aromáticos, Fragrâncias e mais outras 243 categorias

Itaquaquecetuba - SP
101-500 funcionários
Fontana - Produtos de Limpeza e de Higiene Pessoal

Fornece: Produtos de Higiene Pessoal, Sabonetes em Barra, Sabonetes Glicerinados em Barras, Sabonetes Líquidos e mais outras 182 categorias

Encantado - RS
Almad - Produtos Químicos

Fornece: Extratores de Óleos Vegetais, Gorduras e Óleos Comestíveis, Óleos Industriais, Óleos Naturais e mais outras 551 categorias

São Bernardo do Campo - SP
a.Azevedo - Óleos Vegetais e Derivados

Fornece: Óleo de Mamona Desidratado e Polimerizado, Óleo de Mamona Hidrogenado, Óleo de Mamona Oxidado, Óleo de Mamona e mais outras 219 categorias

São Paulo - SP
101-500 funcionários
Biotecc - Produtos Químicos e para Laboratório

Fornece: Ácido Clorídrico, Ácido Muriático, Acetato de Amônio, Ácido Acético Glacial e mais outras 961 categorias

São José dos Pinhais - PR
Desde 2015
11-50 funcionários

Perguntas Frequentes

O que é ácido oleico vegetal e para que ele é utilizado na indústria?

Ácido oleico vegetal é um ácido graxo monoinsaturado obtido principalmente de óleos de origem vegetal, como o de soja, oliva ou algodão. Na indústria, ele é utilizado como ingrediente em formulações de cosméticos, lubrificantes, têxteis e na produção de emulsificantes. Seu uso é comum em processos que demandam propriedades emolientes ou como intermediário químico para fabricação de outros compostos. Destaca-se pela versatilidade e ampla compatibilidade com diferentes segmentos industriais.

Quais são as principais diferenças entre ácido oleico de origem vegetal e animal?

O ácido oleico de origem vegetal é extraído de óleos como soja e oliva, enquanto o animal provém, por exemplo, da gordura bovina. Em condições industriais, ambos apresentam características químicas semelhantes, mas o de fonte vegetal costuma ser preferido em segmentos que exigem matéria-prima renovável e livre de componentes animais, como cosméticos veganos e produtos alimentícios para mercados específicos.

Como o ácido oleico vegetal é fornecido para empresas e indústrias?

O fornecimento de ácido oleico vegetal para empresas e indústrias ocorre normalmente em volumes fracionados ou a granel, dependendo da demanda. Os distribuidores e fabricantes oferecem embalagens industriais, como bombonas de 20 a 200 litros, ou até em caminhões-tanque, atendendo revendedores, processadoras e fábricas que utilizam o produto como insumo em processos químicos ou de produção.

Existem normas ou certificações para a comercialização de ácido oleico vegetal?

Sim, existem normas que regulam a pureza e qualidade do ácido oleico vegetal, especialmente quando destinado aos setores alimentício, farmacêutico ou cosmético. Certificações como a ISO 9001 para processos produtivos ou especificações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e FDA podem ser exigidas, conforme o segmento e aplicação final do insumo.

Quais setores costumam utilizar ácido oleico vegetal em suas operações?

Os principais setores que utilizam ácido oleico vegetal são o cosmético, alimentício, químico, farmacêutico e de lubrificantes. Indústrias têxteis, de detergentes e fabricantes de tintas também integram o produto em diferentes etapas de seus processos. Revendedores e atacadistas atendem tanto fabricantes quanto empresas compradoras finais desses segmentos.

Existe ácido oleico vegetal em diferentes graus de pureza?

Sim, o ácido oleico vegetal é comercializado em diferentes graus de pureza, de acordo com as necessidades industriais. Grau técnico é destinado à produção de lubrificantes, sabões, têxteis e produtos industriais. Já o grau alimentício ou farmacêutico apresenta níveis mais altos de pureza e controle de contaminantes, sendo apropriado para cosméticos, alimentos e medicamentos.

Qual a diferença entre ácido oleico e outros ácidos graxos vegetais?

Enquanto o ácido oleico é um ácido graxo monoinsaturado predominante em óleos vegetais como oliva e girassol, outros ácidos graxos, como o linoleico e o palmítico, têm diferentes estruturas e propriedades. O linoleico é poli-insaturado, contribuindo para funções distintas em formulações industriais e alimentícias; já o palmítico, saturado, impacta características como textura e ponto de fusão nos produtos finais.