Encontramos 5 fornecedores de Ácido Graxo Vegetal

Comarplast Aditivos

Fornece: Sebo Hidrogenado, Estearato de Alumínio, Estearato de Cálcio, Estearato de Zinco e mais outras 184 categorias

Capão Bonito - SP
Desde 1976
101-500 funcionários
Campineira - Matérias Primas Industriais

Fornece: Óleo de Soja Hidrogenado, Ácido Esteárico Animal, Ácido Esteárico Vegetal, Estearina Tripla e mais outras 64 categorias

Campinas - SP
Desde 1943
51-100 funcionários
Almad - Produtos Químicos

Fornece: Extratores de Óleos Vegetais, Gorduras e Óleos Comestíveis, Óleos Industriais, Óleos Naturais e mais outras 551 categorias

São Bernardo do Campo - SP
a.Azevedo - Óleos Vegetais e Derivados

Fornece: Óleo de Mamona Desidratado e Polimerizado, Óleo de Mamona Hidrogenado, Óleo de Mamona Oxidado, Óleo de Mamona e mais outras 219 categorias

São Paulo - SP
101-500 funcionários
Artud Industria e com Ltda

Fornece: Indústria Química, Produtos Químicos, Flotadores, Ácido Graxo Vegetal e mais outras 46 categorias

Artur Nogueira - SP
Desde 2009

Perguntas Frequentes

O que é o ácido graxo vegetal e para que ele é utilizado na indústria?

O ácido graxo vegetal é um composto resultante da hidrólise de óleos vegetais, extraído principalmente de fontes como soja, palma ou algodão. Amplamente usado como insumo químico, ele é aplicado na fabricação de sabões, detergentes, lubrificantes, cosméticos e resinas industriais. Indústrias de tintas e borrachas também empregam esse produto devido à sua versatilidade. Sua escolha contribui para formulações mais sustentáveis, especialmente quando comparado a ácidos de origem animal ou mineral.

Quais são os principais tipos de ácido graxo vegetal disponíveis no mercado?

No mercado, os principais tipos de ácido graxo vegetal são classificados de acordo com sua composição: saturado, insaturado e misto. Entre os mais comuns estão os ácidos oleico, linoleico, esteárico e palmítico. Cada tipo possui características específicas, influenciando propriedades como ponto de fusão ou reatividade. As indústrias escolhem a variante mais adequada conforme a necessidade de seus processos, como rigidez em sabões ou estabilidade oxidativa em lubrificantes.

Empresas revendedoras podem adquirir ácido graxo vegetal em grandes volumes?

Sim, revendedores, distribuidores e atacadistas podem adquirir ácido graxo vegetal em grandes volumes diretamente de fabricantes ou de distribuidores oficiais. Normalmente, a negociação envolve cotações para lotes fechados, variando conforme a aplicação final e a pureza do produto. O fornecimento em tambores, granel ou isotanques atende às demandas de revenda e redistribuição para pequenas indústrias ou clientes do varejo industrial, otimizando custos logísticos.

Existem certificações ou normas técnicas relacionadas ao ácido graxo vegetal?

Sim, o ácido graxo vegetal pode estar sujeito a normas técnicas e certificações específicas, especialmente quando destinado a indústrias alimentícias, farmacêuticas ou cosméticas. Algumas referências incluem especificações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ISO para qualidade e normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essas garantias asseguram a pureza, rastreabilidade e conformidade para aplicações sensíveis dentro de diversos segmentos industriais.

Como o ácido graxo vegetal é utilizado na fabricação de cosméticos e detergentes?

Na fabricação de cosméticos e detergentes, o ácido graxo vegetal atua como agente emulsionante, base para sabões e componente para amaciantes e cremes. Sua origem vegetal agrega valor às formulações “verdes”, além de melhorar a biodegradabilidade dos produtos. As propriedades emolientes e hidratantes beneficiam a indústria de higiene pessoal, enquanto sua ação detergente otimiza a eficiência de limpeza em aplicações institucionais ou profissionais.

Quais setores industriais mais utilizam o ácido graxo vegetal?

Os setores industriais que mais utilizam ácido graxo vegetal incluem a indústria química, cosmética, alimentícia, farmacêutica, têxtil e de tintas. Indústrias de plásticos e borrachas também empregam o produto como plastificante ou agente de compatibilização. Empresas desses segmentos buscam fornecedores para volumes diferenciados, priorizando qualidade, regularidade no fornecimento e características específicas de acordo com sua aplicação final.

Ácido graxo vegetal possui vantagens ambientais em relação a alternativas sintéticas?

O ácido graxo vegetal apresenta vantagens ambientais por ser derivado de matérias-primas renováveis, ao contrário de alternativas sintéticas de origem petroquímica. Sua produção tende a gerar menor emissão de poluentes e resíduos, além de ser potencialmente biodegradável. Para indústrias que buscam reduzir impactos ecológicos ou desenvolver produtos sustentáveis, a escolha por componentes vegetais como este pode agregar valor aos processos e aos produtos finais.