Encontramos 4 fornecedores de Ácido Graxo de Soja
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Fornece: Glicerina Bi-Destilada, Ácido Graxo de Soja, Álcool Cetílico, Alcool Etílico 96° e mais outras 170 categorias
Fornece: Óleo de Mamona Desidratado e Polimerizado, Óleo de Mamona Hidrogenado, Óleo de Mamona Oxidado, Óleo de Mamona e mais outras 219 categorias
Fornece: Extratores de Óleos Vegetais, Gorduras e Óleos Comestíveis, Óleos Industriais, Óleos Naturais e mais outras 551 categorias
Fornece: Ingredientes para a Indústria Alimentícia, Óleo de Soja Refinado, Óleo de Palmiste, Óleo de Palma Refinado e mais outras 197 categorias
Perguntas Frequentes
O que é o ácido graxo de soja e para que ele é utilizado na indústria?
O ácido graxo de soja é um produto obtido a partir da hidrólise ou divisão dos óleos de soja, composto principalmente por ácidos graxos livres. Na indústria, é utilizado como insumo em setores como químico, cosmético, tintas, lubrificantes e produção de sabões. Sua aplicação inclui formulação de amaciantes, plastificantes e resinas. Empresas compradoras finais e fabricantes utilizam o ácido graxo de soja devido à sua versatilidade química e disponibilidade em larga escala.
Quais são os principais tipos de ácido graxo de soja disponíveis no mercado?
Os tipos de ácido graxo de soja mais comuns são diferenciados pela pureza e pelo processo de separação, podendo incluir ácidos graxos destilados, técnicos (mistos) e refinados. Indústrias químicas e fabricantes podem optar por versões mais puras para aplicações específicas, enquanto o tipo técnico é utilizado em processos menos exigentes. A escolha depende do requisito de aplicação, nível de impurezas tolerado e características físicas desejadas para o produto final.
Quais setores industriais mais utilizam o ácido graxo de soja em seus processos?
Setores industriais como químico, cosmético, têxtil, produção de tintas, sabões e lubrificantes frequentemente utilizam o ácido graxo de soja como matéria-prima. Indústrias de resinas alquídicas e plastificantes também empregam este insumo devido à sua composição orgânica e disponibilidade. Empresas de processamento químico e de formulação de produtos acabados buscam o ácido graxo de soja por ser um componente técnico fundamental nestas aplicações.
Existem normas ou certificações relevantes para a comercialização do ácido graxo de soja?
Sim, a comercialização do ácido graxo de soja pode requerer conformidade com normas técnicas, como as da ANVISA para insumos usados em cosméticos, e da ABNT ou ISO para controle de qualidade. Indústrias químicas e alimentícias costumam exigir laudos de pureza e especificações detalhadas do fornecedor. A análise por cromatografia e outros testes garantem o atendimento aos parâmetros exigidos pelos diferentes setores de aplicação.
Como deve ser armazenado o ácido graxo de soja em ambientes industriais ou de revenda?
O ácido graxo de soja deve ser armazenado em tanques ou embalagens estanques, longe de fontes de calor e umidade, para evitar degradação e contaminação. Grandes volumes exigem controle de temperatura e proteção contra oxidação. Revendedores e distribuidores precisam garantir o manuseio adequado e o cumprimento das normas de segurança, preservando a qualidade do produto durante armazenamento e transporte até o consumidor industrial.
Quais são as principais diferenças entre ácido graxo de soja e outros ácidos graxos vegetais?
A principal diferença está na composição de ácidos graxos: o ácido graxo de soja possui mistura predominante de ácido linoleico, oléico e palmítico. Outros ácidos graxos vegetais, como os de palma ou algodão, apresentam perfis distintos de saturação, o que influencia propriedades químicas e aplicações industriais. A escolha do tipo depende das características desejadas, como solubilidade, ponto de fusão e comportamento em formulações.
Empresas podem comprar ácido graxo de soja em grandes volumes diretamente de fabricantes?
Sim, empresas revendedoras, distribuidores e usuários finais da indústria podem negociar diretamente com fabricantes e fornecedores de ácido graxo de soja para adquirir grandes volumes. Essa modalidade de compra costuma envolver contratos, condições especiais e adequação do produto às necessidades do cliente. O relacionamento direto com a indústria garante melhor logística, especificações técnicas atendidas e suporte na análise de qualidade do insumo.