Encontramos 3 fornecedores de Ácido Butírico Puro
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Fornece: Ácidos Orgânicos, Ácidos para Uso Industrial, Formol, Plastificantes e mais outras 134 categorias
Fornece: Aromas para a Indústria Alimentícia, Consultoria em Marketing Olfativo, Ésteres Aromáticos, Fragrâncias e mais outras 243 categorias
Fornece: Ácido Clorídrico, Ácido Muriático, Acetato de Amônio, Ácido Acético Glacial e mais outras 961 categorias
Perguntas Frequentes
O que é ácido butírico puro e para que ele é utilizado?
O ácido butírico puro é um composto orgânico da família dos ácidos graxos de cadeia curta, comumente utilizado como aditivo alimentar, precursor químico e insumo em processos industriais. No mercado corporativo, seu uso é relevante na fabricação de aromatizantes, rações para animais e síntese de ésteres. Indústrias de alimentos, químicas e do setor agropecuário frequentemente adquirem esse produto em volumes significativos para integração em suas linhas de produção e formulações especializadas.
Quais setores industriais mais utilizam ácido butírico puro?
Setores como a indústria alimentícia, agropecuária e química utilizam o ácido butírico puro em diferentes aplicações. Na nutrição animal, é incorporado em rações para melhorar a saúde intestinal de aves e suínos. No segmento de alimentos, atua como aromatizante e intermediário para produção de ésteres utilizados em fragrâncias. Além disso, laboratórios químicos aplicam o ácido em sínteses orgânicas e pesquisa. Empresas compradoras finais buscam o produto conforme demanda produtiva.
Existem diferentes tipos ou graus de pureza para o ácido butírico puro?
Sim, o ácido butírico está disponível em diferentes graus de pureza, que variam conforme a aplicação industrial. Para fins alimentares, há necessidade de grau alimentício, que exige alto padrão de pureza e controle de contaminantes. Já para uso técnico ou laboratorial, versões com pureza ajustada são comuns. Indústrias costumam especificar o grau desejado ao negociar com distribuidores, garantindo o atendimento aos requisitos técnicos de cada processo produtivo.
Quais normas ou certificações regulam a comercialização do ácido butírico puro?
A comercialização do ácido butírico puro pode ser regida por normas como as da Anvisa (para uso alimentício no Brasil) e regulamentos internacionais, como as regras da FDA para exportação/importação. É fundamental que o fornecedor ofereça documentação sobre procedência, laudos de análise e ficha de segurança (FISPQ). Empresas adquirentes, como indústrias alimentícias e químicas, devem verificar se o produto atende às especificações regulamentares de sua área de atuação.
Como é feita a negociação de volumes e entregas para empresas que compram ácido butírico em grandes quantidades?
Empresas que adquirem ácido butírico puro em grandes volumes normalmente negociam diretamente com fabricantes ou distribuidores especializados. Os contratos podem envolver especificação de pureza, prazos de entrega programados e condições logísticas adequadas ao perfil do comprador. Revendedores e indústrias se beneficiam ao estabelecer parcerias comerciais contínuas, assegurando fornecimento estável, condições diferenciadas e suporte técnico conforme a demanda do segmento atendido.
Quais cuidados são necessários ao manusear ácido butírico puro nas empresas?
O manuseio do ácido butírico puro requer atenção às normas de segurança ocupacional. Trata-se de um produto com odor forte e propriedades corrosivas, sendo necessário operar com equipamentos de proteção individual, como luvas e óculos. Ambientes industriais devem contar com sistemas de ventilação e procedimentos de contenção de derramamentos. A equipe responsável precisa ser treinada para lidar com emergências, seguindo orientações constantes na ficha de segurança química (FISPQ).
Qual a diferença entre ácido butírico puro e outros ácidos graxos de cadeia curta?
O ácido butírico puro diferencia-se de outros ácidos graxos de cadeia curta, como ácido acético e ácido propiônico, por suas propriedades químicas e aplicações específicas. Ele possui quatro átomos de carbono, gerando odor característico e diferentes potenciais de uso, especialmente na nutrição animal e síntese de aromatizantes. A escolha entre esses ácidos depende das necessidades técnicas do processo industrial, sendo essencial especificar corretamente para obter os resultados desejados.