Encontramos 4 fornecedores de Acetato de Amônio para Laboratório

Caq - Casa da Química

Fornece: Acetato de Amônio, Ácido Acético, Acetato de Amônio para Laboratório, Acetato de Amônio Grau Reagente e mais outras 7 categorias

Diadema - SP
Biotecc - Produtos Químicos e para Laboratório

Fornece: Ácido Clorídrico, Ácido Muriático, Acetato de Amônio, Ácido Acético Glacial e mais outras 961 categorias

São José dos Pinhais - PR
Desde 2015
11-50 funcionários
M&M Química - Comercialização de Produtos Químicos

Fornece: Dicloroisocianurato de Sódio, Produtos de Limpeza para Piscinas, Ácido Tricloroisocianúrico | Tricloro, Hipoclorito de Cálcio e mais outras 197 categorias

Diadema - SP
1-10 funcionários
Nox Solutions - Produtos para Laboratórios

Fornece: Acetato de Amônio, Produtos Químicos, Produtos Químicos Inorgânicos, Produtos Químicos para a Indústria de Domissanitários e mais outras 305 categorias

Mauá - SP
1-10 funcionários

Perguntas Frequentes

Para que serve o acetato de amônio em laboratório?

O acetato de amônio é um reagente amplamente utilizado em laboratórios para preparação de soluções tampão, ajuste de pH e reações químicas orgânicas ou analíticas. Ele é essencial em análises bioquímicas, cromatografia líquida e processos de purificação de compostos. Empresas e instituições de pesquisa recorrem ao produto pela sua versatilidade e pureza, facilitando a obtenção de resultados precisos em testes e experimentos químicos.

Quais são as formas de apresentação do acetato de amônio para laboratórios?

O acetato de amônio para laboratório pode ser encontrado principalmente na forma de pó cristalino branco ou em solução aquosa, com diferentes concentrações. Empresas fornecedoras geralmente oferecem embalagens adequadas ao volume de consumo de laboratórios de pesquisa, indústrias químicas e farmacêuticas. A escolha da forma depende da aplicação desejada nos procedimentos analíticos ou sintéticos.

Existe alguma norma ou especificação para o acetato de amônio para laboratório?

Sim, o acetato de amônio utilizado em laboratórios deve seguir padrões de pureza, geralmente especificados como grau analítico ou grau reagente. Fabricantes indicam o nível de pureza na embalagem, que pode ser determinado por normas internacionais, como as especificações ACS (American Chemical Society), frequentemente exigidas por laboratórios de pesquisa e indústrias que necessitam de confiabilidade em processos analíticos.

O acetato de amônio pode ser usado em processos industriais?

O acetato de amônio é utilizado em processos industriais, principalmente como agente de tamponamento em reações químicas, em síntese orgânica, tratamento de superfícies e como componente em formulações especiais. Indústrias químicas, farmacêuticas e biotecnológicas frequentemente demandam volumes maiores e especificações técnicas rigorosas para garantir a eficiência nas aplicações produtivas.

Qual a diferença entre o grau analítico e outras qualidades do acetato de amônio?

O grau analítico é caracterizado por alta pureza e ausência de contaminantes, sendo indicado para procedimentos laboratoriais que requerem resultados precisos e confiáveis. Já outros graus, como o técnico, podem conter mais impurezas e são usados em aplicações menos exigentes. Laboratórios de controle de qualidade ou pesquisa normalmente preferem o grau analítico para garantir reprodutibilidade e segurança dos dados.

Como deve ser feito o manuseio do acetato de amônio em laboratório?

O manuseio do acetato de amônio em laboratório deve seguir as normas de segurança química, incluindo uso de luvas e óculos de proteção, além de ambientes ventilados ou capelas de exaustão. O contato direto com a pele ou olhos deve ser evitado. Empresas que trabalham com volumes elevados precisam treinar funcionários quanto à manipulação segura, minimizando riscos ocupacionais e ambientais.

Quais setores utilizam o acetato de amônio em suas operações?

Setores como o químico, farmacêutico, biotecnológico e laboratórios de pesquisa são os principais usuários do acetato de amônio. O produto é ainda requisitado por universidades, empresas de análise ambiental e centros de desenvolvimento tecnológico, seja para processos de síntese, análises químicas ou desenvolvimento de métodos experimentais, atendendo tanto à demanda industrial quanto de pesquisa e ensino.