Encontramos 21 fornecedores de Acessórios de Plástico para Móveis
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Fornece: Peças de Alumínio, Peças Fundidas em Alumínio, Peças de Alumínio para Móveis, Peças de Plástico Injetado para Móveis e mais outras 45 categorias
Exibindo 21 a 21 de 21 fornecedores
Perguntas Frequentes
O que são acessórios de plástico para móveis e para que servem?
Acessórios de plástico para móveis são componentes utilizados para aprimorar a funcionalidade, proteger superfícies e prolongar a vida útil de mobiliários corporativos ou industriais. Incluem itens como pés, rodízios, ponteiras, cantoneiras e tampas, essenciais para garantir estabilidade, facilitar movimentação e evitar danos causados por atrito com o piso. Esses acessórios são ideais para ambientes comerciais, escritórios e indústrias, pois oferecem praticidade na instalação e manutenção, além de contribuírem para a conservação do equipamento.
Quais tipos de acessórios plásticos são mais usados em móveis corporativos?
Entre os tipos mais comuns estão os pés plásticos reguláveis, rodízios para cadeiras e armários, ponteiras para tubos, cantoneiras de proteção e tampas para acabamento. Cada um desses acessórios tem função específica, como facilitar o ajuste de altura, proporcionar mobilidade, proteger extremidades ou dar acabamento estético. A escolha do tipo depende do móvel, do uso pretendido e do ambiente. Esses itens são encontrados em materiais como polietileno ou polipropileno, por serem leves, resistentes e econômicos.
Como é feita a instalação desses acessórios plásticos nos móveis?
A instalação de acessórios plásticos geralmente é simples e pode ser feita manualmente ou com ferramentas básicas, como chaves ou martelos de borracha, dependendo do item. Ponteiras e tampas, por exemplo, costumam ser encaixadas sob pressão nas extremidades de perfis metálicos ou de madeira. Já os rodízios podem ser fixados por meio de parafusos ou sistemas de encaixe rápido. Recomenda-se verificar as instruções do fabricante para garantir a fixação adequada e a estabilidade do móvel.
Acessórios feitos de plástico possuem boa resistência e durabilidade?
Sim, acessórios plásticos de boa procedência apresentam resistência satisfatória para uso em ambientes empresariais e industriais. Modelos fabricados em polietileno de alta densidade ou poliamida suportam cargas de até 200 kg, dependendo do design e aplicação. Além de serem à prova de corrosão, esses itens não riscam facilmente e mantêm suas características por longos períodos, mesmo sob uso intenso. O desempenho, porém, varia conforme o ambiente e a frequência de utilização.
Quais ambientes são ideais para utilizar componentes plásticos em mobiliário?
Ambientes internos como escritórios, salas de reunião, laboratórios, armazéns e áreas industriais leves são os mais indicados para o uso desses componentes. Eles também se destacam em escolas, hospitais e estabelecimentos comerciais, onde a facilidade de limpeza, resistência à umidade e baixo ruído durante o deslocamento dos móveis são diferenciais importantes. O uso em ambientes externos só é recomendado com produtos plásticos que possuam aditivos anti-UV e proteção extra contra intempéries.
Quais são as principais vantagens dos acessórios plásticos em relação aos metálicos?
A principal vantagem é o peso reduzido, o que facilita a movimentação e reduz custos logísticos durante a montagem dos móveis. Além disso, plásticos como o polipropileno não enferrujam, mesmo em locais úmidos. Outra diferença positiva é o menor ruído ao arrastar móveis, além da variedade de cores e acabamentos disponíveis. Por serem menos abrasivos, protegem melhor pisos sensíveis. Em geral, também representam um custo inicial menor em relação aos equivalentes metálicos.
Existe necessidade de manutenção periódica nesses acessórios?
Em condições normais de uso, esses componentes exigem manutenção mínima, limitada à limpeza com pano úmido e inspeção visual periódica para identificar sinais de desgaste ou rachaduras. Caso algum acessório apresente folga ou deformação, deve ser substituído para evitar danos ao móvel ou ao piso. Em ambientes com tráfego intenso, recomenda-se revisão a cada 6 ou 12 meses. Atenção especial deve ser dada aos rodízios, que podem acumular resíduos e afetar o desempenho.